Mostrando postagens com marcador The Soulbreaker Company. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador The Soulbreaker Company. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

THE SOULBREAKER COMPANY-SEWED WITH LIGHT (2018)


EXTRA!!! EXTRA!!!

Novíssimo álbum da banda basca liderada por Jony Moreno e seu timbre personalíssimo, aqui responsável, também, por todos os fantásticos backing vocals, em muitos casos emulando corais eruditos, mas com uma sonoridade única.
Ouviu? Gostou? Quer mais? Tem aqui...







segunda-feira, 26 de setembro de 2016

THE SOULBREAKER COMPANY-LA LUCHA (2016)

A banda que representa mundialmente a incipiente cena rock basca, e da qual sou um solitário embaixador por aqui, não dorme. Com longos 13 anos de atividade, a The Soulbreaker Company já despejou, com este 'La Lucha', 6 excelentes álbuns, com destaque absoluto para o cultuado 'Ítaca', de 2010. 
E as marcas registradas de Jony Moreno y sus cumparsas continuam aqui...do timbre indefectivelmente flamenco de Jony à opção pela crueza dos registros, quase sempre com a banda mandando bala ao vivo no estúdio, em equipamentos vintage e totalmente analógicos, com bem domado uso de fuzz boxies e Hammond B3 em profusão. Diversão, movida a boa música, garantida...



segunda-feira, 10 de março de 2014

THE SOULBREAKER COMPANY-GRACELESS(2014) + SHAMELESS(2013)

E o ano já começa muito bem, com novos trabalhos de algumas das bandas prediletaças deste humilde boteco. E para felicidade geral da nação roquenrou, todos -no mínimo!- excelentes até o momento.
Para começar a avalanche, optei pelo principal item de exportação e grande orgulho rock do País Basco, a inigualável The Soulbreaker Company. E, como de hábito, arrombam as portas de nossa percepção com muitas novidades, principalmente por conta do uso de cordas em muitos de seus arranjos. Mas não pensem que sua sonoridade tornou-se mais comportada por conta disso. Na verdade, muito pelo contrário já que outra grande novidade foi o substancial aumento do uso de fuzz no talo, antes um tanto parcimonioso e de timbragens menos rascantes e agora de fazer tweeteres cometerem suicídio. Junte a isso o tradicional uso de equipamentos absolutamente vintage, a quase ausência de overdubs e a produção crua de Liam Watson, um especialista na captação do melhor no gênero e temos um legítimo, mesmo que absolutamente diverso em proposta, sucessor da pequena joia de 4 anos atrás, 'Itaca'. E já nem preciso citar o desempenho de Jony Moreno, sempre uma grande referência.
Destaques? Difícil...mas se ao fim de 'Good Times' você não se sentir uma pessoa melhor é porque talvez lhe falte um pedaço do coração.
Impossível não enxergar em 'Graceless', desde já, um dos favoritos de um ano que ainda engatinha.

PS: Gostou? Tem mais aqui e aqui!



Aproveitando, segue a atualização da discografia da banda com o EP 'Shameless', compilação de b-sides e raridades lançada em 2013.


 *¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*
VIDEO

THE SOULBREAKER COMPANY / Re-postagem

UAU!!!! Sei que essa singela onomatopéia é muito pouco para descrever a sensação de ouvir essa banda basca pela primeira vez mas é que, aparvalhadamente, foi a única coisa que consegui balbuciar naquele momento. E tudo por obra e graça de uma indicação do parceiro Reginaldo. Confesso que, a princípio, não levei muita fé; afinal, minhas experiências com bandas de língua espanhola, salvo raríssimas exceções geralmente delegadas às originárias da terra de Pancho Villa, não são das melhores. Mas bastou uma visita ao maispeixe de Jony Moreno (vocais), Dan Trignanes e Asier S. Breaker (guitarras), Lazyhand (Hammond/pianos/synths/harmônica), J. J. Manzaneto (baixo) e Ortiz Domingo (bateria/percussão) para uma paella acompanhada por um aromático Don Roman, para a desconfiança tornar-se obsessão e convencer-me a revirar a grande rede atrás de links vivos e com um bitrate o melhor possível de seus álbuns -'Hot Smoke & Heavy Blues'(2006) e 'The Pink Alchemist'(2008)- lançados até o momento, exemplares perfeitos da mistura de tudo de melhor que meu querido hardão setentista legou ao mundo lindamente embalado por um belo sopro de renovação e pequenos enxertos folk de sua região de origem, mais facilmente percebida na segunda bolachinha ('Elliptic Turns', faixa de abertura, causou-me quase a mesma sensação de quando ouvi 'The Mexican' da Babe Ruth pela primeira vez). Sim, eu sei que vocês estão pensando tratar-se de mais uma banda retrô-tudo e que essa coisa toda já está ficando meio que qualquer coisa mas, garanto, a The Soulbreaker Company pode surpreendê-los visto que suas influências setentistas, de tão distintas, tornam impossível determinar uma dominante. O resultado é um som muito próprio e, apesar do uso correto do  sempre bem-vindo Hammond, os destaques são diluidos entre a excelência dos hards impregnados de blues -como todo hard de verdade deve ser-, os bem engendrados arranjos e o talento de todos os músicos, a começar pelo gogó embebido em puro etanol de Moreno. Que venham muitos mais!
Um belo presente adiantado de Natal essa indicação e nada mais justo que reparti-lo com vocês que aturam este espaço brenfoetílicomusical há tanto tempo. Espero que curtam.




THE SOULBREAKER COMPANY-ITACA (2010) / Re-postagem


STOP THE PRESS!!!!
Esta é daquelas bandas que me tomaram de assalto à primeira orelhada e estava ansiosamente no aguardo de um sucessor para o fantástico 'The Pink Alchemist', já postado aqui com seu debut 'Hot Smoke & Heavy Blues'. A expectativa era muito grande devido à enorme evolução apresentada de um para outro; no entanto, surpreendeu-me um salto tão significativo na sonoridade da banda para este 'Itaca'. Na verdade, confesso ter estranhado bastante a introdução com 'It's Dirt', um symphonic hard prog que cresce muito a cada audição mas que, a princípio, me passou uma sensação do tipo "putz! bom bagarai mas se o disco todo for nessa onda, sei não...". E, para meu deleite, já na faixa seguinte, a bolachinha retoma os trilhos que me fizeram -e a muitos que a conheceram através do G&B- fiel seguidor do trabalho desta banda basca. Sim, os caras agregaram uma infinidade de novos elementos à sua sonoridade, até mesmo alguns saxes em substituição aos naipes de sopros presentes mesmo que parcimoniosamente em 'The Pink Alchemist', e ambientações spacey e doses homeopáticas de psicodelia. Mas a essência do som da The Soulbreaker Co. continua intacta, em muito devido à voz de Jony Moreno (canta muuuuuiiiito esse féladamãe!!!) e a determinação em manter, apesar de um cada vez maior rebuscamento, a crueza e espontaneidade de sua música. Desde já, candidataço-aço-aço a melhor do ano.
Posso até estar enganado, mas acho que o próximo tem tudo para ser uma obra-prima.


PS: o link foi generosamente cedido por meu broDim Maddy Lee pois, apesar da resenha já escrita, só o postaria na 2ª feira, 18.10 -mesmo assim, já passando à frente de outro aguardado lançamento- já que ainda me faltava subir o link. Diante de tamanho desprendimento por parte do proghead (brincadeirinha...amigo...amigo...) mais gente fina da rede, não consegui aguardar tanto.
Valeu, HermaNito!!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

PRÊMIOS G&B 2010

E chegou o momento tão aguardado por todos os parceiros (ou por ninguém, sei lá) da entrega dos Prêmios G&B àqueles que mais se destacaram na música no ano que recentemente se foi. E, uma vez mais, foi muito difícil me decidir, entre os inúmeros laçamentos de 2010, aqueles que mais fizeram a minha cabeça: do soul/funky de Cee-Lo Green ('Lady Killers'), Sharon Jones & The Dap-Kings ('I Learned The Hard Way'),  Sade ('Soldier Of Love'), Alicia Keys ('The Element Of Freedom') e Macy Gray ('The Sellout') ao pop/blues/hard/heavy/psych/prog de Black Mountain ('Wilderness Heart'), The Union (s/t), Hogjaw ('Ironwood'), o primeirão da Kill It Kid e a confirmação da Arcade Fire com seu 'The Suburbs', Elton John & Leon Russell ('The Union'), Hill Country Revue ('Zebra Ranch'), Black Rebel Motorcycle Club ('Beat The Devil's Tatoo'), Kula Shaker ('Pilgrims Progress'), The Reign Of Kindo ('This Is What Happens'), Lucifer Was ('The Crown of Creation'), Mangrove ('A Distant Dream Of Tomorrow'), Dirty Sweet ('American Spiritual'), Crystal Caravan ('Against The Rising Tide'), Slash ('Slash's Rock 'n' Fuckin' Roll'), Joe Bonamassa ('Black Rock'), Robert Plant ('Band Of Joy'), Black Country Communion ('Black Country'), Gandhi's Gunn ('Thirtyeahs'), Mindflow ('365'), The Brew ('A Million Dead Stars'), Monster Magnet ('Mastermind'),  Hypnos 69 ('Legacy'),  Karma To Burn ('Appalachian Incantation'), Firebird ('Double Diamond') e Avenged Sevenfold ('Nightmare'), apenas para citar algumas das excelentes  bolachinhas lançadas no período, tivemos petardos para todos os gostos, duvidosos ou não.
Portanto, todos os escohidos aqui devem-se única e exclusivamente a um crivo absolutamente pessoal. É claro que a participação de todos com opiniões, sugestões e otras cositas más foram fundamentais mas...o G&B está muito longe de poder ser considerado uma democracia, pô! Resumindo: li todos os argumentos e...caguei solenemente para todos! Sacanagens à parte, o que quero dizer é que, não havendo uma eleição formal, todos os debates e embates que rolaram pelos comentários certamente influiram em minhas conjeturas mas, ao fim das contas, a batida do martelo coube a mim, egrégio CEO do G&B.
Isto posto, the winners are...

PRÊMIO RABO DE RAPOSA

Year Long Disaster - 'Black Magic: All Mysteries Revealed'

Alguns podem ter até considerado este exxcelente exemplar de rock na veia uma barbada  em muito devido aos meus (e de muitos parceiros) entusiasmados comentários. No entanto, garanto que teve adversários à altura e sua vitória deu-se no photochart. Se você ainda não conferiu e ficou curioso, é só dar uma chegada aqui e chapar com a pancada do roquenrou engajado e sem frescuras dessa banda. E olha que tem pedigree! Ainda assim, acredito que esta perfeita amostra de que o rock ainda pode ser o bastião de muitas gerações é só um aperitivo do que ainda está por vir através de sua fusão com a unanimidade Karma To Burn. Mas isto é papo para depois.

***************************
PRÊMIO SEMENTE

Langfinger- Skygrounds

Este, e (quase) todos os demais premiados aqui, foi dos que brigaram impávida e corajosamente até o último milésimo de segundo pelo prêmio máximo. Confesso até que foi o que mais tempo permaneceu na pole position. A excelência do repertório, a produção de uma crueza impecável, o vigor demonstrado em cada interpretação...tudo isso me fêz revezá-lo constantemente com o seu maior adversário. Ao final, resolvi o embate de maneira diplomática: criei o quesito 'antiguidade é posto', desclassificando-a em favor da Year Long Disaster e seus 2 trabalhos a mais na bagagem, e o Prêmio Semente para trazer os holofotes para o sangue novo e nesta seara não existiram adversários à altura da Langfinger e seu 'Skygrounds'. Além de termos mais uma banda instigando a curiosidade quanto ao seu futuro aos que se permitirem experimentá-la. Onde? Aqui, ó!

***************************
PRÊMIO DA LATA

Sully Erna - 'Avalon'

Sobre este discaço, não escondi meu entusiasmo desde a primeira vez que o ouvi, por uma indicação de meu spacey broDim Maddy Lee quando de sua última entrada em nossa atmosfera. Não há como deixar de premiar um trabalho notadamente feito com carinho extremado por alguém do qual não esperava nem um milésimo da qualidade apresentada neste 'Avalon', primeiro trabalho solo de Sully Erna, antes apenas um vocalista pouco além de mediano da bem abaixo da média Godsmack. Para quem curte climas épicos e étnicos bem dosados e fantasticamente executados, é um prato cheio.
Sendo assim, uma vez mais valendo-me da prerrogativa de comandante-em-chefe da Nação G&B, criei este Prêmio Da Lata para funcionar como uma 'menção honrosa'. E foi imbuído deste mesmo espírito 'castro-chavista' que decidi-me  por dividir este prêmio com a...

The Soulbreaker Company - 'Itaca'

...que se, a princípio, me causou uma certa estranheza devido a algumas alterações de rumo na sonoridade que me fez tomado de paixão por esta e-s-p-e-t-a-c-u-l-a-r banda basca, aos poucos fui sendo conquistado por tamanha versatilidade e inusitado de sua sonoridade. Ao final, já agradecia por tanta diversidade, o que deixa a The Soulbreaker Co. em um patamar único no universo hard prog. Ademais, 'Itaca' é a confirmação de Jonny Moreno como um dos grandes gogós da atualiadade.

***************************
 PRÊMIO PALHOÇA

Alter Bridge - 'III'

Sei que quase causei um AVC no meu parceiraço Dagon (vulgo Nikiti Guy ou Arariboia Man) ao aventar a possibilidade de outorgar este indesejável prêmio ao 'Return To Zero', de outra banda que gosto bastante, a Spiritual Beggars. Mas o que me fez optar por este ambicioso e fraquíssimo 3º trabalho de estúdio da Alter Bridge foi, simplesmente, um só: ele é inescutável! De tão chato, jamais consegui sorvê-lo de uma tacada só. Acho que apenas de 3 em 3 faixas e ao custo de muito sacrifício. 
Por sua vez, da bolachinha de sua rival ainda consegui salvar da guilhotina umas 3 ou 4 faixas; assim mesmo, considero imperdoável a traição dos suecos ao alterar de maneira tão radical sua sonoridade, fazendo-os soar quase que como um pastiche de Bon Jovi.
Por dúvida das vias, evitem consumir estas drogas que já vieram malhadas antes de nascer.