segunda-feira, 27 de maio de 2013

SCOTT HENDERSON / Re-re-repostagem


Originalmente publicado em 24.06.2008,
republicado em 20.07.2009 e re-republicado em 16.09.2011.

Sei que afirmei anteriormente que não mais repostaria estes  links; no entanto, descobri estes CDs ainda em meu HD e pensei "Por que não?". Afinal, estamos falando de alguns dos melhores exemplares de como ousar na abordagem do blues sem abrir mão do bom gosto e reverência a um gênero tão caro a qualquer apreciador de música de qualidade. Aproveitem pois estes álbuns já foram descartados de meus arquivos e não mais subirei links para eles. Agora é sem volta!!! Mesmo!!!

E para os que tiverem disposição e di$ponibilidade, Scott Henderson estará se apresentando no Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, a rolar entre 29.05 e 02.06.2013.

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Como alguns já devem ter percebido, ultimamente venho tentando manter uma rotina de segunda postagem na  semana.  Nem sempre conseguirei mas a ideia é a de aproveitar esta parca disponibilidade de tempo para textos curtos, vídeos, miscelânea, abobrinhas e, diria até que prioritariamente, repostagens. 
Assim sendo, aproveitando que estes arquivos ainda estavam em meu HD, segue a republicação dos links para a discografia solo e mais blueseira deste fenômeno da guitarra, no meu entender quem melhor sintetiza a excelência no terreno sinuoso do mix blues + fusion
O maluco tem pegada, timbre, belo repertório de fraseados e licks personalíssimos. Todos itens muito difíceis de encontrar em guitarristas do gênero.
Mais um que não será re-re-repostado. Então, caiam matando nestes links!

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Originalmente publicado em 24.06.2008 e 
republicado em 20.07.2009

Bem, deste nativo da Flórida de 54 anos não há muito a ser dito. Quem conhece guitarra sabe que o cara é 'o bicho', seja à frente da fusion Tribal Tech (da qual não sou um admirador), como sideman de alguns dos maiores expoentes do gênero como Chick Corea, Jean-Luc Ponty e Joe Zawinul ou, melhor ainda, em seu aclamado retorno às suas raizes blues/funky.
Desde esse providencial refúgio roots, iniciado com 'Dog Party'(94), Henderson colheu, além de excelentes críticas, uma legião de admiradores que antes torcia o nariz para sua premiadíssima guitarra fusion. Apesar de sempre ter deixado muito claras em sua música as influências das pentatônicas do blues, pois este era o seu diferencial com relação a outros músicos do universo jazz/fusion, foi uma tremenda surpresa a sua total dedicação -ao menos em seus trabalhos solo- à busca incessante destas raízes, agora turbinada com anos de convivência com as síncopes e alternâncias rítmicas do fusion -uma paixão tardia graças à sua descoberta de Miles Davis. É verdade que desde o mestre dos mestres Jeff Beck, muitos outros guitarristas trouxeram brilhantemente o blues para este universo -Robben Ford é outro bom exemplo- mas Henderson o faz com uma tal personalidade que, por si, lhe garante um um lugar ao lado dos grandes. Com seu fiel escudeiro Kirk Covington na bateria e em poucas, e excelentes, intervenções vocais, e contando sempre com participações especialíssimas, sendo a garganta de Thelma Houston uma das mais marcantes, Henderson 'cometeu' até o momento quatro obras impactantes no blues fusion -é, vou denominá-lo assim- e todas estão por aqui.
Guitarristas, regozijai-vos! Mas, lembrem-se...

O Ministério da Guitarra adverte:
Não repitam isto em casa sem o acompanhamento
de um profissional habilitado.






sexta-feira, 24 de maio de 2013

NÓÓÓSSINHOOORA...


OLIVIA MUNN





segunda-feira, 13 de maio de 2013

MOXY

Formada em 1974 a partir do feliz encontro de vários integrantes de bandas com um certo prestígio na cena canadense, notadamente Toronto, a Moxy é quase que uma instituição daquele país mais ao norte do Hemisfério Norte, assim como Triumph (para onde alguns de seus integrantes viriam a migrar posteriormente), Guess Who, Bachman-Turner Overdrive e Rush. Fortemente marcada pelo timbre, carisma e performance singular de seu vocalista, Buzz Shearman, contava ainda com o groove da guitarra de Earl Johnson e a cozinha precisa de Kim Fraser e Bill Wade, ainda sob o terrível nome de Leigh-Ashford. Mas foi com este nome que descolaram uma residência em um club da cidade vizinha Scarborough. O nome Moxy viria em seguida com a substituição de Fraser por Terry Juric e um contrato para a gravação do single 'Can't You See I'm A Star', de surpreendente execução em uma importante rádio de Toronto, apesar da pouca divulgação do pequeno selo que o lançou.
Mantendo a independência produtiva, seguem para a California com o produtor da BTO para registrar seu primeiro álbum. Por coincidência, no estúdio ao lado, Tommy Bolin encontrava-se gravando seu primeiro álbum solo -o aclamado 'Teaser'- e, impressionado com a pegada de faixas como 'Moon Rider' e 'Train', surpreendentemente oferece-se para contribuir com alguns solos. E assim foi feito. E 'Moxy I' (75), ou 'Black Album' como também ficou conhecido, gerou um burburinho incômodo e chamou a atenção da Polydor Rec. canadense, tornando-se um grande sucesso comercial não só no país natal da banda como também em vários estados norte-americanos, principalmente o Texas. Com Bolin envolvido em sua carreira solo, Johnson convidou seu parceiro de longa data Buddy Caine para integrar o line-up da banda pois as partes criadas pelo futuro guitarrista da Deep Purple, de tão marcantes, não poderiam ficar de fora dos arranjos para a turnê já agendada para todo o continente.
Aproveitando-se do enorme sucesso de público e crítica, entram em estúdio sob a batuta do lendário Jack Douglas e registram a perfeita continuação de sua bem sucedida estreia, simplesmente nomeado 'Moxy II' (ou 'Red Album'), já em 1976 e com a agenda lotada para tours de abertura para Black Sabbath, Boston e Triumph. O álbum bate recordes de vendagem e definitivamente os coloca entre as bandas que os críticos, de forma unânime, recomendam prestar atenção. Faixas como 'Take It Or Leave It', 'Midnight Flight' e 'Cause There's Another' tornaram-se ícones no Canadá e Texas, agora definitivamente sua segunda fanbase.
O mesmo Jack Douglas é o responsável pela produção de 'Ridin' High' de 1977 e, apesar do longo e cansativo período de turnês, a banda mostrou-se nos cascos e manteve a qualidade criativa estampada desde sua formação com petardos do naipe de 'I'll Set You On Fire', 'Are You Ready' e a faixa-título. No entanto, o maior peso dos arranjos trouxe uma certa desconfiança por parte das rádios mais populares do Canadá, mas ainda encontrando abrigo no sempre fiel Texas e agora também em parte da Europa. Mas os  longos anos de intermináveis turnês e os abusos de drogas pesadas cobraram seu preço e o emblemático Buzz Shearman foi a primeira vítima. Apresentando sérios problemas vocais, agravados pelo excessivo consumo de álcool e drogas, deixaria a banda ao fim da muito bem sucedida turnê de lançamento do álbum, ainda naquele ano.
Mas o espetáculo não podia parar e Michael Rynoski (posteriormente conhecido como Mike Reno na banda  sub-sub-farofa Loverboy) é convocado para os microfones. Com ele, outro novo integrante, Danny Bilan, assume as baquetas em substituição a Bill Wade, que migrou para a Triumph. Era o começo do fim para a Moxy, mesmo com uma razoável recepção popular para 'Under The Lights'. Definitivamente, a magia havia sido quebrada e a saída de Johnson em 1978, logo após o fim das gravações, foi o epitáfio da banda.
Inúmeras encarnações foram tentadas ao longo dos anos seguintes, algumas até incluindo Buzz Shearman, mas sem sucesso. Seu falecimento em 1983, com apenas 33 anos, encerrou definitivamente o ciclo deste excelente exemplar do poder do hard rock de verdade, apesar de alguns poucos e pálidos lançamentos posteriores com integrantes os mais variados.





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VIDEOS





segunda-feira, 6 de maio de 2013

É CAMPEÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!!!!

CAMPEÃO CARIOCA 2013!!!

Desta vez não fizemos apenas barba, cabelo, bigode e pentelho!!!
Promovemos uma verdadeira depilação total a laser!!!


CAMPEÃO TAÇA GUANABARA 2013!!!
CAMPEÃO TAÇA RIO 100% 2013!!!


CHUUUUUUUUUUUUUUPPPPPAAAAAAAAA!!!!