Há muito tempo penso em fazer uma postagem dedicada a este power trio angeleno, preferido de 9 entre 10 produtores e músicos, incluindo aí nomes tão díspares quanto Daniel Lanois, Meat Loaf, Henry Rollins, Pearl Aday, Tony Visconti, Emmylou Harris, George Clinton, Iggy Pop, Mike Patton, Alice Cooper, Wayne Kramer, Josh Homme e, até mesmo, o saudoso Lemmy Kilminster. Seja para rápidos trabalhos (ou mesmo álbuns inteiros, como prefere Lanois) em estúdio ou como banda de apoio (Rollins é um cliente frequente), a Mother Superior é garantia de qualidade e rapidez na execução. No entanto, a iminência de que Jim Wilson (vocais/guitarras), Marcus Blake (baixo) e Matt Tecu (bateria/em substituição a Jason Mackenroth a partir de 2005) lançassem um novo trabalho, que acabou por não se confirmar, provocava um novo adiamento.
Formada em 93 e logo tornando-se -seja pela qualidade dos músicos, pelos riffs e ganchos pegajosos ou pela alta octanagem em palco- bola da vez nos clubs da região, a Mother Superior alcançou um prestígio no mercado do qual poucas bandas mostraram-se capazes. E mesmo com agenda lotada, dividindo estúdios e palcos com uma agenda própria e trabalhos free lance, conseguiram lançar uma penca de álbuns solo independentes até cair nas graças de Henry Rollins, que produziu 'Deep'(98) e ainda valeu-se de seus serviços em um álbum solo, e Wayne Kramer, responsável pelo vigor mais punk de 'Sin'(2002) e 'Thirteen Violets'(2004).
Em 2005, 'Moanin', estreia de Tecu nas baquetas, trouxe mais holofotes à banda e seguiram excursionando e lançando ábuns até 2008, com 'Grande', compilação de inéditas, faixas ao vivo e outtakes. Lamentavelmente, tudo indica que a Mother Superior encerrou suas atividades. Mas deixou um legado de responsa.
Formada em 93 e logo tornando-se -seja pela qualidade dos músicos, pelos riffs e ganchos pegajosos ou pela alta octanagem em palco- bola da vez nos clubs da região, a Mother Superior alcançou um prestígio no mercado do qual poucas bandas mostraram-se capazes. E mesmo com agenda lotada, dividindo estúdios e palcos com uma agenda própria e trabalhos free lance, conseguiram lançar uma penca de álbuns solo independentes até cair nas graças de Henry Rollins, que produziu 'Deep'(98) e ainda valeu-se de seus serviços em um álbum solo, e Wayne Kramer, responsável pelo vigor mais punk de 'Sin'(2002) e 'Thirteen Violets'(2004).
Em 2005, 'Moanin', estreia de Tecu nas baquetas, trouxe mais holofotes à banda e seguiram excursionando e lançando ábuns até 2008, com 'Grande', compilação de inéditas, faixas ao vivo e outtakes. Lamentavelmente, tudo indica que a Mother Superior encerrou suas atividades. Mas deixou um legado de responsa.








