segunda-feira, 31 de julho de 2017

WICKED MINDS / Repostagem & Atualizaão


Se tem uma repostagem que já deveria ter sido feita há algum tempo é a desta cultuada banda italiana. Mas antes tarde que nunca...ainda mais quando turbinada com 'Visioni, Deliri E Illusioni', álbum tributo a uma das mais conceituadas bandas de fusion/prog, a conterrânea Arti & Mestieri.
 

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Originalmente publicado em 08.10.2009.


Não adianta, não consigo deixar um trabalho incompleto! Estava até conseguindo progressos nessa área; afinal, devido às minhas inúmeras atividades, preciso relaxar, desencanar, dar '2zinho', continuar a gravar minhas composições para um CD em que já estou trabalhando há um bom tempo, desco....é isso: 'desconectar' é a senha! Mas, então, uma postagem como a do Electric Swan bate mais de 300 downs em apenas 3 dias e minha mente começa a fervilhar novamente: "Porra, cara, tu falou tanto da banda de origem daquele projeto e o G&B não tem nada dela disponibilizado?!?!? Assim não pode, assim não dá!!!". Isto posto, não me restou outra alternativa a não ser montar uma postagem totalmente dedicada à Wicked Minds, banda titular de Lucio Callegari (guitarras/vocais), Paolo 'Apollo' Negri (teclados) e Enrico Garilli (baixo/vocais), todos participantes da Electric Swan, que, em se adicionando JC (vocais/guitarra) e Andrea Concarotti (bateria/percussão), chegamos ao seu line-up final.
Originalmente, uma banda thrash metal(!!!), a italiana de Piacenza Wicked Minds sobressai-se no cenário tradicionalmente symphonic prog do rock italiano trazendo em sua bagagem, a partir da entrada crucial de 'Apollo' e seu Hammond B3, o melhor do hard prog setentista, notadamente -a exemplo da sueca Black Bonzo- Deep Purple e Uriah Heep, mas adicionando crueza e peso mais comuns a bandas como Grand Funk Railroad, com rasgos de Atomic Rooster e pinceladas de uma psicodelia em tons pastéis, por mais improvável que possa parecer essa mistura.
Infelizmente, somente possuo os álbuns 'From The Purple Skies', de 2004 mas que, na verdade, trata-se do 'Crazy Technicolor Delirium Garden'(2003) na íntegra acrescido da épica 'Return To Uranus' do álbum de mesmo nome de 1998, e 'Witchflower', de 2006. Fica o apelo para que uma alma caridosa que, porventura, saiba de um link vivo para o 'Live At Burg Herzberg Festival 2006', faça o favor de disponibilizar o caminho das pedras para este veneno.
















segunda-feira, 24 de julho de 2017

COYOTE-COYOTE (1972)


Comumente classificada como uma banda de country rock, a norte-americana de Maryland, Coyote, na verdade, encontra-se bem além de quaisquer rótulos. Formada no final de 1970 por experientes músicos dos estúdios e palcos de Baltimore -Rod Arment e Rusty Steele (vocais/teclados/violões), Chuck Beaty (vocais/guitarras/violões), Jim Kestle (baixo/vocais) e Tim Lloyd (bateria)-, logo ampliaram sua área de atuação para todo o circuito de clubs de Maryland e Washington DC, sempre com grande demanda. Com um mix em que cabiam da balada mais plácida ao hard prog e ao jazz, sem deixar de lado o hard tradicional e sempre temperado pelo forte acento southern/country, a Coyote cansou de esperar por uma major e criou seu próprio selo, Chariot Recs, por onde, já no ano seguinte, soltaram o single 'Charles, Charles (The Dancin' Frog)'/'Super Tuesday's Floozy Wheat Man', de pouquíssima repercussão.
O próximo passo seria o lançamento de um álbum, que só ocorreria em 1972. Mas 'Coyote', o álbum, apesar da grande força das composições, da produção surpreendentemente muito bem conduzida e da qualidade de seus integrantes, fracassou nas prateleiras, provocando uma debandada. Beaty e Kestle ainda arregimentaram novos integrantes e seguiram tocando até meados de 1976, mas o brilho nos olhos havia desaparecido e, com ele, os poucos fiéis seguidores de seus primeiros anos. 







segunda-feira, 17 de julho de 2017

LENNY WHITE-VENUSIAN SUMMER (1975)


Esta postagem deve-se a um pedido de socorro muito especial feito por um amigo e também blogueiro, Guilherme Espir, através de um dos inúmeros grupos dedicados à música dos quais participo (ou sou compulsoriamente 'participado') no Facebook. Trata-se, simplesmente, do primeiro álbum solo de Lenny White, um dos mais incensados bateristas fusion, desde que surgiu para o mundo no clássico 'Bitche's Brew', do genial Miles Davis, a pedra fundamental do jazz/rock fusion
Ainda integrante do Return To Forever quando das gravações destas 6 longas (uma característica do gênero) faixas, Lenny -que não limitou-se à bateria e percussão, sendo responsável, também, por vários teclados e, até mesmo, baixo- contou com um elenco estelar para esta empreitada, dentre os quais o lendário Jimmy Smith, Larry Young, Doug Rauch, David Sancious, Peter Robinson, Tom Harrell, além de Al Di Meola e Larry Coryell duelando freneticamente em 'Prince Of The Sea'.
Divirtam-se com esta autêntica raridade...de um tempo em que todos os gêneros musicais conseguiam seu espaço, por mais complexas que suas propostas se apresentassem ao público leigo.





segunda-feira, 3 de julho de 2017

NÓÓÓSSINHOOORA...



Eréndira Ibarra