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segunda-feira, 20 de março de 2023

MAGGIE KOERNER / Atualização


Atualização de links para os álbuns 'Quarter Life' e 'Neutral Groud', atendendo -e gradecendo!- a pedidos.

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Mais um single, 'If I Die', lançado por esta talentosíssima compositora e intérprete...é pouco, mas ainda é melhor que nada. A torcida por um novo álbum continua...

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Originalmente publicado em 06.05.2019

E a talentosíssima Maggie Koerner surge com um novo single, 'Shadows'...
Será que vem um novo álbum a reboque?
Fiquemos na torcida...

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Atualização publicada em 11.12.2017.

Seguindo em frente com o processo de atualização de postagens, segue o último trabalho desta que considero uma das mais talentosas cantoras/compositoras da atualidade. Com apenas 25 anos, Maggie Koerner demonstra, a cada novo trabalho, crescente maturidade e potencial ilimitado.
Produzido por Fink, e contando, uma vez mais, com um time invejável de colaboradores, o EP 'Dig Down Deep' foi parido por longos 3 anos, entre turnês europeias e norte-americanas, seja como front-woman da prestigiosa Galactic ou abrindo para nomes do porte de Gov't Mule, do já saudoso Charles Bradley e da Widespread Panic, com os quais também dividiu palcos inúmeras vezes.
Seja, você também, dominado por esta linda e talentosa artista!

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Originalmente publicado em 19.10.2015.


É fato que nutro uma forte tara por vozes femininas. E aquelas cheias de drive, soul e uma pitada bittersweet me são ainda mais caras. E este é o caso desta jovem caipira de Shreveport, Louisianna, Maggie Koerner, arquétipo do jovem talento local cujos limites geográficos já não lhe eram o bastante. E assim, a bela e carismática loirinha de voz potente e promissoras características autorais, seguiu para New Orleans em 2011, meca musical da região, logo gravando seu primeiro e surpreendentemente bom álbum, 'Quarter Life', e sendo rapidamente acolhida pelo melhor da cena musical da cidade. 
E foi através de um destes filhotes banhados pelo Mississipi, a Galactic, fantástico e prestigiadíssimo combo cajun funk liderado por Stanton Moore, que conheci esta voz, àquela altura já impregnada do mojo muito peculiar da música da cidade mais musical dos EEUU. E assim surgia uma parceria de química incendiária que gerou os sucessos 'Hey Na Na' e 'Dolla Diva'. 
Ao mesmo tempo, Koerner trabalhava incansavelmente no material de seu segundo álbum, agora já contando com a parceria de um número ainda mais expressivo de admiradores, além de David Shaw e seu The Revivalists, responsáveis por praticamente todas as bases de seu debut. E assim nasceu 'Neutral Ground', um trabalho maduro, desvinculado de gêneros (uma de suas melhores características como compositora e intérprete) e convincente do talento desta pequena diva, nem um pouco 'dolla', de voz potente, divisões arrojadas e ambições estilísticas ilimitadas. Se, após estas mal digitadas linhas, você ainda não foi tomado(a) pela curiosidade em conhecer a nova joia do delta do Mississipi, siga direto até o final da postagem e assista sua recente apresentação com a Galactic no New Orleans Jazz Fest e...pare se for capaz!
Olhos e ouvidos nessa menina! Eu já estou absolutamente de quatro!







NEW!!!
Publicado em 11.12.2017


NEW!!!




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segunda-feira, 6 de março de 2023

MAGGIE KOERNER-THE BARTHOLOMEW SONGS (2022)


E esta birosca brenfoetílicomusical segue com o firme propósito de atualizar as discografias de algumas de suas preferências...até porque, sem querer ser arrogante mas já sendo, se não for através do meu, do seu, do nosso G&B, muito provavelmente, não será por nenhum outro lugar. Afinal, vivemos tempos estranhos, em que poucos se prestam a ouvir um álbum completo. Como se uma obra de arte pudesse ser apreciada e compreendida sorvendo apenas um pedaço...como se, da 'Monalisa', pudéssemos analisar apenas seu icônico sorriso, abrindo mão do significado do pouso de suas mãos, a textura do tecido de suas vestes, a ambientação, etc. 
Mas deixemos de viagem...é o mundo em constante modificação. Só não me venham chamar esta banalização intelectual de 'progresso'.
Chegou a vez de trazer o mais recente trabalho de uma de minhas cantoras/compositoras prediletas, um talento ainda a ser descoberto pela indústria, muito embora nem sempre costumem se interessar por talentos de verdade. E assim chegou a hora de trazer o álbum 'The Bartholomew Songs' (não me perguntem o porquê deste título, pois nada consegui de concreto), registrado em diversas sessões, iniciadas ainda no período imediatamente anterior à pandemia, com os singles 'If I Die' e 'Shadows', seguidos de 'Images', já em 2020. Um tremendo e angustiado trabalho, com destaques, além das já citadas, para 'Wasted', 'A Woman's Intuition', 'Storyteller' e a saltitante e solar 'Be Somebody', em que divide os microfones com David Shaw, um de seus mais constantes parceiros.
Se você ainda não conhece esta talentosíssima gata, deixe-se ser surpreendido...e se gostou, tem mais dela aqui.


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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

GALACTIC

Se existe uma banda capaz de promover o mix perfeito de phunk (assim mesmo, com 'h', para diferenciar da aberração cultural que hoje costumam associar ao termo 'funk') e jam, esta é a Galactic. Formada ainda em 1994, em New Orleans, por dois grandes amigos migrados de Maryland, o guitarrista Jeff Raines e o baixista Robert Mercurio, ambos apaixonados por todo aquele universo musical cajun. Inicialmente um octeto, em pouco tempo firmaram-se como sexteto com o requisitado Stanton Moore nas baquetas, Richie Vogel nos teclados (incluindo fortíssimas doses de B3), Ben Ellman nos saxes e harmônica e Theryl De Clouet (até 2003, quando saiu por motivos de saúde e optaram, desde então, por utilizar convidados para a função) nas comedidas intervenções vocais.
O sucesso entre os mais antenados e um profundo prestígio no meio r&b chegaram muito rápido, quase que instantaneamente ao lançamento de 'Coolin' Off', já em 96. Valendo-se da receita funk/jazz old school em sintonia com o novo groove surgido das ruas e um tanto marginalizado musicalmente, e promovendo apresentações incendiárias, a Galactic tornou-se referência no gênero. Logo, seus integrantes, em solo ou grupo, tornam-se arroz de festa em gravações dos mais proeminentes talentos da cena r&b de N.O. e, até mesmo, no restante do país. 
E esta completa ausência de preconceitos, levando-os por caminhos até mesmo experimentais, os fez despejar trabalhos melhores a cada ano, com um leve destaque para 'Ruckus', de 2003, e 'Ya-Ka-May', de 7 anos depois e dedicado à veia mais tradicional da música de New Orleans, contando, inclusive, com a participação de muitos veteranos mesclados a novos nomes da cena local. Para matar o tempo, excursionam com nomes do porte de Widespread Panic, SouliveNeville BrothersCounting Crows, Allman Brothers, B.B. King, The Roots, Live, etc.
Seu último álbum, o recém-lançado 'Into The Deep', tem tudo o que um admirador do trabalho deste quinteto exige: muito groove, interpretações inspiradas e convidados de excelente calibre. O problema é conseguir encaixar todos que desejam participar de seus trabalhos, agora já contabilizando unanimidades como Mavis Staples e Macy Gray em sua constelação.










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