demorou a sair!!! E só está por aqui -em pré-lançamento, diga-se de passagem- devido à rapidez no gatilho do
, que me alertou tão logo o encontrou. Estava ansiosamente caçando-o sem nenhum resultado pela rede -só será lançado em meados de março- pois seus dois discos anteriores são estupendos. Até hoje não me canso de ouvi-los, apesar de tê-los conhecido há quase 2 anos. Ainda não degustei este
como deveria mas algumas surpresas foram percebidas, principalmente na maior presença de teclados. Entretanto, as belas harmonizações vocais, as composições bem urdidas, os arranjos consistentes e o peso das guitarras estão todos aqui.

Essa galera aí de cima foi uma indicação da
Ana (aka
Ana Paloma/aka
Deoliana) e, confesso, corri atrás sem muita expectativa e...SURPRISE!
Vou tentar explicar a sensação de ouvir
Jon Courtney (vocais/guitarras/teclados),
Chloë Alpen (vocais/baixo/teclados),
Jamie Wilcox (vocais/guitarras) e
Andrew Courtney (bateria), os talentosos membros dessa excelente banda inglesa criada em
2003 por colegas da
University Of Westminster. Apesar de enquadrados pela mídia especializada no gênero
new prog, diferenciam-se dos demais por dedicarem uma atenção muito especial às harmonizações vocais. Bom, até aí nenhuma surpresa a não ser pelo fato de soarem, basicamente, como uma cruza das delicadas harmonizações de
Beach Boys e
Mamas & Papas em uma
jam com
Porcupine Tree e
Pink Floyd sobre uma base ora etérea, ora furiosa, ora as duas ao mesmo tempo agora. Parece loucura? E é! Mas que deliciosa loucura. Composições ganchudas, as já citadas harmonias vocais, os timbres e fraseados pegajosos e arranjos -inclusive para cordas- de uma beleza ímpar, como se fora uma
Electric Light Orchestra heavy metal.
Neste pouco tempo de estrada lançaram
singles,
EPs e um
mini-CD de forma independente,
'The Cautionary Tales For The Brave'(
2005), até sua contratação pela
Sony/BMG e o lançamento deste
'The Dark Third'. O tragicômico é que, logo após seu lançamento, a banda foi dispensada sob a alegação de baixa vendagem. É neste instante que surge
Steven Wilson & Cia (leia-se
Porcupine Tree), que os convida a abrir seus
shows por um bom período e transformando-os rapidamente em
objeto de culto -e em vertiginosa ascenção. A parceria está tão sedimentada que seu próximo álbum já está em fase de pré-produção e, ao que pareçe, deve ser lançado pelo selo
No-Man de
Steven Wilson.
São potenciais candidatos a tornarem-se, a exemplo do próprio
Porcupine Tree, The Mars Volta e
Muse, estrelas desse renascimento
pop do progressivo.
Aqui, postei a edição especial do álbum
'The Dark Third' somente lançada em
2007 por incluir, em um cd bônus, o já citado
mini-cd na íntegra acrescentado da excelente 'Victorious Cupid', faixa só disponibilizada em seu
site oficial.
É,
Aninha, como pupila estás se saindo muito bem. Em pouco tempo poderás superar o mestre.
CD 1 The Dark Third (2006) -Repost
CD 2 The Cautionary Tales For The Brave (2005)
+ Bonus -Repost