Ao contrário do que muitos imaginam, The Illuminati não matou Kennedy ou Lincoln ou Lennon e nem mesmo teve participação em alguns dos mais importantes acontecimentos ao longo dos últimos 300 e varada anos de nossa história. Ao menos não esta energética banda de Ontario, integrada por Les Godfrey (vocais/guitarras), Nick Sewell (baixo/vocais) e Jim Gering (bateria), os dois primeiros oriundos da Tchort, banda de garage metal de excelente reputação na cena musical regional.
E foi mantendo o estilo garage mas adicionando pitadas generosas de hardcore e stoner que este power trio (e bota 'power' nisso!) moldou uma sonoridade muito própria e passou a ser apontado como uma das grandes promessas daquele país mais ao norte das Américas, de tantos e valiosos serviços prestados ao rock. Então, o que deu errado na trajetória da banda entre 2002, ano de sua fundação e gravação de um EP autointitulado, e a data em que escrevo estas muito mal traçadas linhas, quando não se registram mais atividades para a banda? O que havia de errado em petardos do porte de 'Wingspan' e 'Salon Kitty'? A princípio, o fato de estarem à frente de seu tempo é uma boa explicação, já que algo bem próximo começou a ser escutado apenas alguns bons anos depois.
O bom nome construído garantiu-lhes ainda a gravação de um álbum e 'On Borrowed Time', lançado em 2004 (e relançado em 2006 e 2012), cumpriu com sobras o que se esperava da banda, agora com uma produção mais caprichada mas sem deixar de privilegiar o jeitão '1, 2, 3...foda-se', uma das marcas registradas da banda, junto com a reduzida duração das faixas. Tudo assim mesmo, na lata, letal como um gancho de direita. Impressiona como conseguem tamanhas variações nos arranjos em franciscanos pouco mais de 2 minutos de altíssima octanagem, em sua enorme maioria. De uma introdução sufocante com 'Sphere Of Influence' ao power pop mais punk que já tive o prazer de orelhar de 'Steal 'Yer Thunder', quica-se perigosamente ao som do punkabilly de 'Goin' Down' e batemos cabeças com a downtempo faixa-título, entre tantos outros destaques. Impossível passar incólume pelas 13 faixas deste disco.
Lamentavelmente, a falta de notícias e atualizações de seu site, leva a crer em dispersão. Ou não?
E foi mantendo o estilo garage mas adicionando pitadas generosas de hardcore e stoner que este power trio (e bota 'power' nisso!) moldou uma sonoridade muito própria e passou a ser apontado como uma das grandes promessas daquele país mais ao norte das Américas, de tantos e valiosos serviços prestados ao rock. Então, o que deu errado na trajetória da banda entre 2002, ano de sua fundação e gravação de um EP autointitulado, e a data em que escrevo estas muito mal traçadas linhas, quando não se registram mais atividades para a banda? O que havia de errado em petardos do porte de 'Wingspan' e 'Salon Kitty'? A princípio, o fato de estarem à frente de seu tempo é uma boa explicação, já que algo bem próximo começou a ser escutado apenas alguns bons anos depois.
O bom nome construído garantiu-lhes ainda a gravação de um álbum e 'On Borrowed Time', lançado em 2004 (e relançado em 2006 e 2012), cumpriu com sobras o que se esperava da banda, agora com uma produção mais caprichada mas sem deixar de privilegiar o jeitão '1, 2, 3...foda-se', uma das marcas registradas da banda, junto com a reduzida duração das faixas. Tudo assim mesmo, na lata, letal como um gancho de direita. Impressiona como conseguem tamanhas variações nos arranjos em franciscanos pouco mais de 2 minutos de altíssima octanagem, em sua enorme maioria. De uma introdução sufocante com 'Sphere Of Influence' ao power pop mais punk que já tive o prazer de orelhar de 'Steal 'Yer Thunder', quica-se perigosamente ao som do punkabilly de 'Goin' Down' e batemos cabeças com a downtempo faixa-título, entre tantos outros destaques. Impossível passar incólume pelas 13 faixas deste disco.
Lamentavelmente, a falta de notícias e atualizações de seu site, leva a crer em dispersão. Ou não?




