sexta-feira, 28 de setembro de 2012

VOCÊ SABE QUE O FIM DOS TEMPOS ESTÁ PRÓXIMO QUANDO...



Padre polonês é investigado por fazer jovens lamber creme de seu joelho

Site da escola onde ele trabalha postou imagens do que seria rito de iniciação.
Ele alega que a 'cerimônia' acontece há anos; pais apoiaram o padre.

Do G1, em São Paulo

Foto mostra crianças lambendo creme de joelho de padre na Polônia (Foto: Reprodução) 
Foto mostra crianças lambendo creme de joelho de padre na Polônia (Foto: Reprodução)
Um padre polonês está sendo investigado após o site da escola onde trabalha disponiblizar imagens de jovens lambendo creme do joelho do homem, relata o "Mail Online" nesta quinta (20).
Algumas imagens mostram garotos e garotas de 13 anos ajoelhados e lambendo creme do joelho nu do homem, que está sentado e segura uma vareta.
Outras fotos mostram grupos de garotos e de garotas subindo escadas rastejando.
Marcin Kozyra, que também é diretor da escola salesiana em Lubin, sul do país, defendeu que as imagens são de um "ritual de iniciação" anual.
Alguns pais dos alunos defenderam o homem, dizendo que o creme se trata de loção para barbear e que ninguém foi forçado a comer a substância. Acionistas da escola também apoiararam Marcin, afirmando que não se "pode julgar com pressa" o caso e que talvez a cerimônia fosse ideia das crianças, segundo o portal.
Conforme a publicação, as autoridades ainda investigam Marcin, mas disseram que o caso não deve ir para a justiça.
Monika Sajkowska, de uma ONG local de proteção aos direitos das crianças, criticou a atitude do homem, mas considerou que não havia teor sexual na atividade, ainda de acordo com o portal.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

APERTADO & PILADO by G&B XIII:RAILROAD SONGS / THE BEST OF LYNYRD SKYNYRD (1973/2003)

Há muito venho alimentando a ideia de voltar a disponibilizar mais algumas de minhas compilações customizadas na seção 'Apertado & Pilado by G&B'. E diante do recente lançamento de mais um petardo da Lynyrd Skynyrd, pareceu-me óbvio promover este retorno com a banda ícone de um gênero que atravessa o tempo conquistando corações e mentes de gerações inteiras.

Não vou aqui discorrer sobre a trajetória recheada de grandes momentos e as tragédias que cercaram a carreira da banda durante seus mais de 40 anos de atividade. Existe já muita literatura sobre o assunto disponível pela Grande Rede e fazê-lo por aqui seria apenas didatismo sem sentido prático. Mas se você chegou agora a este belo e maltratado planetinha azul depois de uma longa hibernação no espaço sideral e não sabe o porquê de tamanha longevidade, reverência e influência no southern rock em particular e no hard rock em geral, baixe estes 4 CDs cobrindo os primeiros 30 anos de uma das mais belas e honestas carreiras deste mundinho roquenrou e você terá não só a resposta mas também, tenho certeza, se tornará um ardoroso fã. Mas se você já é um, baixe também. É uma grande oportunidade de ter em HD, CD ou i-treco o melhor que a Lynyrd Skynyrd já produziu compilado por um fã de primeira hora, daqueles que cresceu ansiando por cada novo lançamento, chorou com as inúmeras tragédias que se abateram sobre seus integrantes e comemorou entusiasmado cada sacudida de areia de uma banda guerreira por natureza.


Disc One

Disc Two

Disc Three

Disc Four

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

I DRIVE-I DRIVE (1972)

Esta banda nascida em Manchester, UK, e criada em Hamburgo no palco do Star Club -aquele mesmo que ajudou a catapultar a carreira de uma certa bandinha garageira e inexpressiva de Liverpool-, está entre aquelas que sofreram com o boom criativo do período mais prolífico da música no século que passou.
Formada ainda em 1966 por Geff Harrison -posteriormente, vocalista das cult Twenty Sixty Six e King Ping Meh-, a I Drive foi dos inúmeros produtos de origem inglesa a estabelecer-se em solo germânico em busca dos cachês acima da média europeia proporcionados pelos clubs ao sul do país e como trampolim para o restante do Velho Continente. E foi com Richard "Cheese" Hampson nas guitarras, John Barry Smith nos teclados, Leslie Graham no baixo e Dave Bailey na bateria e percussão que conseguiram um contrato para a gravação do single 'Classic Rigby Parts I & II' (uma interessante e ousada brincadeira mesclando música erudita e 'Eleanor Rigby') em 1969, sempre vendido durante as apresentações. O relativo sucesso desta pequena amostra das possibilidades da banda, os credenciou  a voos maiores e demos eram registradas vorazmente entre as inúmeras e cansativas apresentações, agora com boa quantidade de seguidores e já em Munique, para onde seguiram pelas mãos de um produtor que afirmava ter trabalhado com aquela bandinha de Liverpool já citada um pouco acima. E foi no meio deste ambiente favorável que Harrison resolve seguir carreira solo, sendo quase que imediatamente substituido por Bernd "Nando" Tischer, vocalista experiente da cena local.
Com esta formação, iniciam os trabalhos de gravação do que viria a se tornar seu único trabalho. Impregnado de uma aura hard/heavy prog já muito popular à época via bandas como Deep Purple, Led Zeppelin e Uriah Heep, 'I Drive', o álbum, é recheado de excelentes momentos -seja nos pesos de 'Down, Down, Down', 'Before The Devil' e 'Looking Out My Window' ou no lirismo de 'Christine' e 'Be The One' ou ainda na grandiosidade de 'Brave New World'- e não sem méritos tornou-se rapidamente objeto de desejo de colecionadores. Infelizmente, a baixa receptividade ao álbum, desencadeado pelo baixo investimento em promoção e a mutilação do conteúdo pelos executivos da Metronome Rec. (conta-se que uma versão de 'Before The Devil' com a Filarmônica de Munique mas o acetato foi apagado), acabou por decretar o fim precoce da banda.
Aqui, neste primoroso lançamento duplo da Second Battle Rec., além do álbum regular, uma seleção de demos (das mais de 30, segundo a banda, que fizeram parte daquelas sessões em 1971) e o lançamento, pela primeira vez em qualquer outro formato que não aquele single promocional, da divertida 'Classic Rigby Parts I & II' em todos os seus 6:09 min..


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VIDEOS
 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

COLUNA ANTI-SOCIAL XVII

Muitos parceiros deixam calorosas mensagens cobrando novas edições da Coluna Anti-Social, uma já tradicional e divertida iniciativa do meu, do seu, do nosso G&B com o propósito de divulgar os hilários encontros de grandes amigos unidos por alguns vícios em comum: o bom papo (todos), um chopp bem tirado (alguns), mulheres (todos, acho eu!),  futebol (alguns), seriados antigos (todos), seriados novos (alguns), cinema (todos) e.....música, muita música (todos, em uníssono!!!). E meu querido Glorioso, a esmagadora maioria.
E como não poderia deixar de ser, apenas na mesa da foto acima -localizada em plena Praça Saens Peña, no tradicional bairro da Tijuca de minha Cidade Maravilhosa- encontram-se, além de mim, mais dois integrantes da ilustre nação alvinegra: Carlos Maia (apesar do sobrenome, uma autêntica múmia egípcia mais conhecido por Tutakamanoku I ou, simplesmente...Piu) e Miguelito, El Gran San Bernardo (aka Sarah Celeste, Traveco Tribufu e Godiva da Zona da Leopoldina mas que gostaria mesmo é de ser chamado simplemente de...Aníbal). O único a destoar desta confraria do preto e branco, era meu spacey broDim Maddy Lee, um cara gente fina, sangue bom mas...rubro-negro.
Apesar de nos últimos meses termos nos encontrado com uma certa frequência, em várias variáveis -Dagon (também conhecido pelas alcunhas de Araribóia Man ou Nikiti Guy), Ayres (ou Mr. Crepe Man) e o calouro Roberto Rocker estão entre estes-, cada momento é curtido como se há muito não nos víssemos. E não foi diferente nesta agradável noite de 23 de agosto. Como de costume, o clima de esbórnia logo dominou o ambiente e os assuntos brotaram como um belo botão de cannabis cultivado em Cabrobró e entrelaçaram-se a ponto de apenas serem interrompidos para goles generosos de tulipas a 3ºC e seus efeitos sobre bexigas já meio cansadas de guerra.

Mas não foi por este motivo (as bexigas) que falou-se menos que o de costume em um dos assuntos comumente mais acalorados em qualquer mesa de bar majoritariamente alvinegra (não...rubronegros e vascaínos só falam de arrastões, saques, pedras de crack, AK, etc e tricolores...bem...digamos que não são muito chegados ao tema): as mulheres! Nem mesmo a presença, mesmo que por tão pouco tempo, da gracinha aspirante a assistente social Manuela, filha da Múmia...ooops!...Piu, seria capaz de calar-nos. A verdade é que o aeroporto parecia estar com teto um tanto baixo e operando por instrumentos, fazendo com que a frota de aviões, tão comuns naquela área, fosse drasticamente reduzida. Mas tudo bem pois, de resto, falou-se de tudo, de miniaturas Revell a Jerry Lewis, de HQs a Thunderbirds, de Guerras Púnicas a Profecias Maias, de Maroon 5 a Led Zeppelin, de Botafogo a...existem outros times? E tudo sempre gerando motivos para boas gargalhadas.
No entanto, em determinado momento, cheguei a temer que aquela noite pudesse acabar muito mal. Foi no instante em que Piu...ooops...Tutakamanoku I sugeriu que pedíssemos os tais filezinhos aperitivo de tão triste lembrança (boiou e quer saber mais, clique aqui). Como não conseguiríamos, apesar de muito insistirmos, fazer que não sucumbisse a vício tão letal, optamos por uma política de redução de danos e aderimos como forma de minimizar os riscos de overdose -afinal, amigo é para estas coisas- e, acreditem, o petisco estava totalmente excelente demais, dos melhores que provei em muito tempo. Certamente, aquele gato tinha pedigree!

Ademâ!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

LYNYRD SKYNYRD-LAST OF A DYING BREED (2012)

Se 2012, em cumprimento à profecia maia, será mesmo o fim dos tempos, em breve saberemos. Mas uma coisa é certa: em sendo verdade, a família Lynyrd Skynyrd, muito provavelmente, será a única sobrevivente. 
A mais autêntica representante de um gênero norte-americano por excelência, esta banda formada em Jacksonville atravessa gerações e supera tragédias com talento e força inigualáveis, conseguindo arregimentar novos fãs dia após dia -quem os assistiu no SWU 2011, teve a oportunidade de testemunhar este fenômeno- graças a uma obra capaz de envelhecer sem jamais soar datada e à incrível capacidade de revigorar-se constantemente. Acreditem, isso é para poucos.
Responsável por um dos melhores álbuns de 2009 -'God & Guns', também o melhor de sua carreira desde seu retorno às atividades em 1990-, a 'família' completa seus 40 aninhos com este 'Last Of A Dying Breed' dando um passo ainda mais à frente no pique hard/heavy apontado por seu antecessor em suas 15 irrepreensíveis faixas, a começar pela abertura apoteótica com o riff rascante da faixa-título. No entanto, a falta do boogie piano de Billy Powell é claramente sentida, e não poderia ser diferente. Em contrapartida, temos a estreia de Johnny Colt, ex-The Black Crowes e mega-fã confesso, como se fora um veterano desta numerosa e apaixonada nação. 
Baixe logo esse álbum mas não o esqueça em um cantinho qualquer daquela interminável lista "a escutar" perdida em seu HD. O fim dos tempos pode chegar mais rápido que você imagina e, certamente, será mais reconfortante saber que você conseguiu escutar o último trabalho da Lynyrd Skynyrd antes de tranformar-se em cinzas. Você, pois Gary Rossington & Cia. são eternos.