COMUNICADO



Queridos frequentadores desta birosca
brenfoetílicomusical, só há pouco percebi que o blogger -seja por algum bug ou mesmo por desabilitação da funcionalidade- não está mais notificando a entrada de comentários através do e-mail associado ao blog.
Desta forma, liberei todos os comentários represados desde junho/2018 e os responderei com a celeridade possível.
Minhas mais sinceras desculpas pelo ocorrido e, no mais, sigamos fazendo...
MUUUIIITTTAAA FUMAÇA!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

NÓÓÓSSINHOOORA...



CHRISTINE BARANSKI












segunda-feira, 10 de setembro de 2018

STEVE'N'SEAGULLS


Sim, eu sei que esta simpática banda finlandesa de bluegrass é figurinha fácil na grande rede já há bastante tempo, através de vídeos em que apresentam divertidas versões hillbilly de clássicos do rock. Difícil não se apaixonar pelo belo trabalho desenvolvido por Remmel (vocais, violões, mandolin e balalaika), Herman (banjo, vocais e violões), Hiltunen (acordeão, teclados, mandolinkantele, flauta e vocais), Pukki (baixo e vocais) e Puikkonen (bateria, percussão e vocais), todos músicos talentosíssimos. Os destaques, no entanto, nas sempre divertidíssimas apresentações ao vivo, ficam por conta de Herman e sua virtuosística performance no banjo, sempre fazendo o papel de solista, normalmente ocupado pela guitarra, e o extremamente carismático multi-instrumentista Hiltunen e suas divertidas performances.
No entanto, é um tanto difícil encontrar o material oficial da banda boiando por aí. E é isto que vocês irão encontrar por aqui: os 3 álbuns da Steve'N'Seagulls -uma zoação com o nome do ator de ação Steven Seagal- lançados até o momento.  Para quem, porventura, ainda não tenha tido a felicidade de se deparar com alguns dos vídeos da banda por aí, tenho certeza que a surpresa será deliciosa...e para os que já conheciam esse grupo de caipiras vindos do frio, fica a obra completa.
Nada mais coerente, após a atualização da discografia da Moda de Rock com sua versão caipira para sucessos de Led Zeppelin, que esta postagem...mas fiquem tranquilos de que não postarei Sambô na sequência.

Yyyyyyyyyyiiiiiiiihhhhhhhhaaaaawwwww!!!














segunda-feira, 27 de agosto de 2018

MATUTO MODERNO/MODA DE ROCK (Atualização)


EXTRA!!! EXTRA!!!
Atualização com o recém-lançado álbum 'Toca Led Zeppelin', o terceiro do duo de violeiros Moda De Rock.
Um trabalho irrepreensível, com destaques -de um total de 15 (!!!) faixas- para 'Thank You', 'Rain Song', 'No Quarter', 'Friends', 'Immigrant Song', 'Going To California' -com bonita interpretação de Zé Helder- e, claro, 'Kashmir', já um clássico das concorridas apresentações do duo, em gravação ao vivo com Marcos Suzano na percussão.
Para admiradores dos Fant 4...ou não.


*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*
Originalmente publicado em 16.02.2014.


Já que estamos em um período compreensivelmente ufanista -mesmo que um tanto menos entusiasmados frente ao atual momento político- devido à realização da Copa do Mundo de Futebol em Terra Brasilis, nada melhor que trazer para o meu, o seu, o nosso G&B uma banda que respeita (e conhece!) como poucas nossas tradições culturais, ainda que muito saudavelmente as processe com o bom e velho roquenrou de cada dia. E um agrupamento de músicos com estas características, não poderia responder por outro nome que não fosse...Matuto Moderno.
Formada em 1999 com a clara intenção de promover, de acordo com seus próprios integrantes, o encontro de Tião Carreiro com Jimi Hendrix, a Matuto Moderno nasceu da cabeça de experimentados músicos de circuitos musicais diversos e tendo em seu epicentro a viola incendiária de Ricardo Vignini, hoje dividindo a responsabilidade com o não menos extraordinário Zé Hélder. E foi assustando muitos mas cativando muitos mais que a banda seguiu seu caminho, aboiando seguidores interiorzão adentro e sendo encarada com desconfiança capitais afora. Muito a duras penas e contando com o prestígio que amealhavam de todas as vertentes comuns ou não ao seu trabalho, um tropeiro misturando o coco e a catira com o universo elétrico do rock, conseguem lançar 'Bojo Elétrico' apenas 1 ano depois. Aproveitando-se muito bem da derrocada das majors e investindo pesado em todo o universo midiático disponível, Vignini cria a Folguedo, gravadora dedicada a todas as linguagens exploradas pela viola sertaneja e outras expressões do folclore nacional, por onde passaria a lançar com sucesso todos os seus trabalhos, solo e em banda.
De lá para cá, vão-se 15 anos e 5 impecáveis trabalhos, de uma sonoridade única, mesmo que não exatamente original em sua essência - vide Dotô Jeca, e qualidade artística inquestionável.
Com o sucesso da empreitada e a curiosidade de seu público com as influências musicais de seus integrantes, a dupla de violeiros Vignini e Hélder resolveu apresentar-se vertendo grandes clássicos do rock para a linguagem da viola e, uma vez mais, o laço foi certeiro pois, 'Moda de Rock - Viola Extrema' foi uma das mais gratas surpresas de 2010, levando a viola de 10 cordas, tão segregada pelo público urbano, a patamares nunca antes sonhados, gerando até mesmo um DVD.
Só me resta pedir que abram suas orêia mó de quê Matutu Mudernu é tudibão!!!






*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*

Moda De Rock
(Ricardo Vignini & Zé Hélder)




SUPER NOVO!!!

*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*
VIDEOS





segunda-feira, 20 de agosto de 2018

TOTTY


Alçada por muitos ao patamar de joia perdida dos seventies, a banda dos irmãos Dennis (vocais/guitarras) e Byron (baixo/vocais) Totty talvez não chegue a tanto, mas lançou, ao menos, um tremendo álbum em 1977. Mesmo que tardiamente reconhecido.
De família musical, os Totty Bros. logo cedo envolveram-se com bandas da região de Tulsa. O primeiro concerto, como costumam afirmar, ocorreu em sua própria garagem, onde ensaiavam com alguns amigos. Devido ao calor, resolveram abrir o portão e...um grande público do bairro encontrava-se instalado em frente ao portão. Desde então, tocaram onde pudessem e com quem os quisesse. No final dos 60 já tinham uma bela agenda de gigs com o power trio Cedric, a primeira banda de verdade, com Roger Roden nos tambores. O repertório, claro, combinava o suprassumo da época, de Hendrix e Cream a Grand Funk Railroad. Pouco depois já estavam compondo. E o desejo de registrar este material passou a dominar os planos de Dennis e Byron. E assim, bastava alguma sobra de dinheiro para que corressem para algum estúdio, sempre tentando registrar o peso de sua música com o máximo de fidelidade possível, um enorme desafio para os estúdios da região, totalmente focados na country music. Em 73, já com a banda desfeita, os irmãos dirigem-se para a Califórnia, de onde retornam recheados de muitas ideias e algumas novas composições. E mais um power trio surge, com a convocação de George Cooper: a Starstream Bodine. O sucesso, finalmente, parecia bater à porta e 6 faixas para um álbum já haviam sido registradas. No entanto, inesperadamente, Cooper pede o chapéu e muda-se para outro estado. Firmes na decisão de gravar um álbum completo, agora sob o nome de Totty, arregimentam os amigos David Blue e Roger Roden (lembram dele?) para se revesarem nas sessões de gravação. Com 'Totty', o álbum, pronto e com Cooper de volta a Tulsa, prensam algumas dezenas de cópias e partem para sua divulgação, com boa agenda de shows e visitas a rádios e gravadoras, por grande parte de 76 e todo 77. Mas as coisas não aconteciam como esperado.
De volta a Tulsa, em 78, registram 4 novas músicas e reiniciam o périplo por gravadoras e rádios. E, uma vez mais, sem sucesso. E também uma vez mais, culminando com a saída de Cooper para casar e formar uma banda com a esposa. 
Entretanto, uma nova chance surgiria através de um antigo amigo de escola e admirador do trabalho dos irmãos, que decide-se por patrocinar a gravação do segundo álbum da banda, desta vez mixado no aclamado Criteria Studios. Para esta empreitada, retornaram com David Blue nas baquetas, agora em período integral. E 'Totty Too' foi lançado em 81, levando-os a LA e a concertos em lugares, incluindo arenas, que poucos almejariam chegar e recebendo excelentes críticas da mídia especializada. Em 86, chegam a gravar um videoclip para o single 'What About Me?', já como The Totty Bros.. Os irmãos Totty são, hoje, uma espécie de patrimônio cultural de Oklahoma, contabilizando diversas premiações regionais, e seguem tocando diversos projetos, em dupla ou separados, mas nunca deixando escapar uma chance de gravar suas composições. Consta que, neste momento, encontram-se em estúdio registrando material para um novo álbum. Será?! Tomara que sim...





G&B Remaster



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

THALLES

Resultado de imagem para thalles cabral.com.br

Noite dessas, enquanto me preparava para dormir, logo após assistir pela enésima vez o fantástico DVD 'Live Love In London', da King's X, fui surpreendido por uma sonoridade delicada, como que a acalmar meus neurônios após as quase 2 horas de pancadaria sonora despejada por Pinnick, Tabor & Gaskill, que saltava dos falantes da TV, sintonizada no simpático canal Music Box BR, dedicado exclusivamente à música brasileira, principalmente a produzida de maneira independente. E a música era tão cativante, com uma letra -em inglês perfeito!- extremamente bem elaborada, e o clipe tão surpreendentemente simpático, que sentei-me novamente no sofá para sorver aquele momento em sua plenitude enquanto ansiava por descobrir o nome do responsável por trabalho tão bonito, apenas para buscar conhecê-lo melhor e direto da fonte. Thalles...assim mesmo, apenas Thalles era seu nome. E a joia que tanto fascínio me provocou, 'Sad Boys Club'.
No dia seguinte, corri atrás de mais material do jovem e, tudo levava a crer, talentoso rapaz mas só me deparava com um 'gritador' evangélico. Definitivamente, não era quem eu procurava. Filtrando um pouco mais, cheguei a um tal Thalles Cabral, jovem e já prestigiado ator de teatro, cinema e TV gaúcho de PoA, além de compositor, cantor, multi-instrumentista e videomaker de, apenas,  24 anos. E não é que era o cara?!?! E já com um EP, o cru mas servindo muito bem como cartão de visitas, 'That's What We Were Made For', de 2013, e o catártico 'Utopia', uma pequena pérola lançada em 2017 que passou totalmente desapercebida, até mesmo pelos que, como eu, clamam por boa música autoral no país. 
E a surpresa não acaba aí. O rapaz é um verdadeiro prodígio, passeando com desenvoltura por várias mídias e com uma maturidade autoral de impressionar qualquer apaixonado por música, não importando o gênero desde que feita com amor. Com um belo timbre -um amálgama de Chris Isaac com Hozier-, Thalles emoldura sua voz com arranjos impressionantemente belos, tão minimalistas quanto extremamente elaborados, mostrando claras influências, de Radiohead ao já citado Hozier, para criar uma personalidade própria e indelével. Mas não faltando coros grandiosos e com naipes de cordas em profusão. Destaques ficam difíceis de serem apontados pois quando começo a ouvir 'Utopia', tal qual uma obra conceitual, é impossível tirá-lo do player...é atual, rebuscado, sombrio, envolvente, cativante, bem timbrado, exemplarmente produzido e...pop! Como todo pop deveria ser...