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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

MOJO SOCIETY-ZUGZWANG (2016)

O terceiro trabalho da Mojo Society, após um período um tanto turbulento e mais alterações na formação, finalmente veio à luz. E muito pela persistência de seu líder, Felippão, que, contando com a força de Big Alex (guitarras) e Rabicó (bateria) -únicos remanescentes da formação original- e dos experimentadíssimos Silvio Mazzei (vocais) e Casé Neves (baixo), acreditou com todas as forças na viabilização deste projeto, que levou mais de 2 anos da vida de seus integrantes até que, finalmente, tomasse corpo e formato definitivo.
E não há o que desabone o resultado de 'Zugzwang', expressão alemã que designa a obrigatoriedade de conclusão de uma jogada, no jargão enxadrista. Misturando composições próprias a clássicos do blues, blues rock e r&b, 'Zugzwang' desce redondinho, da primeira à última faixa. E ao menos uma delas já nasceu hit: 'Botequim'. Ainal, com um refrão grudento proclamando em alto e bom som que "se o dia é bom ou ruim, o meu destino é o botequim", só não sai quicando quem for doente da cabeça...e do pé.


sábado, 23 de fevereiro de 2013

MOJO SOCIETY RIDES AGAIN!!!

Depois de um longo e tenebroso inverno e a entrada de Casé Neves nas 4 cordas, a Mojo Society está de volta com um EP -'Live From Nowhere'- em que pagam pau (no melhor sentido!) a seus mestres, aqueles que ditaram o rumo de sua música. Inteiramente registrado ao vivo no estúdio, 'Live From Nowhere' é uma verdadeira declaração de amor à música de Otis Rush, Allman Bros. e os Kings, Albert & Freddie, além de uma faixa instrumental -'Funk Yourself'- de própria lavra. 
Se desejar adquirir um exemplar e dar uma força à banda, basta acessar a Musitrax e fazer o download. Gostou? Então ajude a banda chegar ao Crossroads Festival 2013, nesta edição no lendário Madison Square Garden, acessando o site do festival e votando quantas vezes quiser. 


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

MOJO SOCIETY-MOJO GROOVE(2006)



Antes de mais nada vou logo avisando que, apesar de ser parceiro -de uns há mais tempo que de outros- dessa gallera, não estou, com este post, fazendo nenhum favor. Curto a vera o som da banda e demorei mais de ano tentando convencê-los a autorizar a divulgação deste trabalho neste modesto, porém nobre, espaço brenfoetílicomusical.
Sendo assim, tenho o prazer de apresentar a todos vocês Marcelo Manes (vocais/harmônica), Felippão (violões/guitarras/vocais), Big Alex (guitarras), André White (baixo) -a partir de finais de 2007 entra Beto Brown- e Rabicó (bateria/percussão). Na esfera do blues são coletivamente conhecidos como Mojo Society.
Todos sabemos do esforço hercúleo de uma banda para se manter na ativa tocando blues neste país e o Mojo Society está conseguindo este intento com um bom trabalho e muita perseverança, além de abalizados por ícones do gênero do porte de Big Gilson, Big Joe Manfra, Celso Blues Boy, Jefferson Gonçalves, entre outros. Com 8 músicas de própria lavra e 4 covers matadores, 'Mojo Groove' faz bonito. Do 'r&b exaltação' que dá título ao álbum a 'Apenas Um Sonho Ruim' e passando pela bem-humorada 'Não Tire O Meu Blues' -apesar do grave defeito de excesso de citações ao 'framengo', blargh!- todas descem redondinho. E os covers? Nessa seara, os destaques vão para 'When The Night Comes Fallin' From The Sky' (na minha opinião, melhor que com o próprio Dylan), a fidelíssima crueza acústica de 'The Hunter' e, esta a minha predileta, 'How Blue Can You Get' com a particicipação especialíssima de Ivana Domenico (putaquelosparió, como canta!) em dueto esculachante com Marcelo.
Vocês devem estar pensando: 'Porra, não há um porém no disco? Tá rolando um jabá!'. Sim, há! A mixagem poderia ter incorporado mais a voz aos instrumentos e un poquito más de graves também não faria mal algum.
Na última quinta-feira estivemos, este escriba e o parceiro Ser Da Noite, no Mistura Carioca -Baixo Lapa-RJ para assisti-los e os caras mandaram muito bem, perfeitamente entrosados e o público, apesar de não ter lotado a casa, demonstrou claramente uma enorme satisfação de estar ali. O contraponto das guitarras de Big Alex, um purista de toque extremamente elegante, e Felippão, com uma pegada mais power blues e bom uso do wah-wah; as excelentes intervenções de harmônica, os vocais maduros e a presença cênica de Marcelo e, ainda, a excepcional cozinha de Brown e Rabicó, não deixaram pedra sobre pedra.
Um show de blues com a sensibilidade, o despojamento e a entrega que o gênero exige. Se por acaso souberem de um show do Mojo Society em sua cidade, podem ir sem medo. É certeza de um bom investimento.
Por ora, atraquem-se a este link. E, se possível, dêem uma força divulgando e adquirindo o cd.

Querem saber mais sobre a banda? Então dêem uma chegada AQUI.