E o país das loiras mais espetaculares da galáxia decidiu também transformar-se no principal manancial rock deste maltratado planetinha azul neste novo milênio. Não há outra conclusão possível para quem, como eu, acompanha o cenário musical mundial há já quase 50 anos. A diferença é que se nos 60/70 os escandinavos de uma forma geral e a Suécia em particular mostravam-se antenados a tudo que rolava no eixo USA/UK e catalizavam aquelas informações de uma maneira um tanto ingênua e mais pop -mas gerando sucessos populares e até algumas bandas de excelente nível-, agora reinvindicam para si o epíteto de bastiões do revisionismo, como se houvessem passado os últimos 30/40 anos aprimorando o que antes se apresentava de maneira embrionária, inconclusa.
E foi neste ambiente que surgiu a Union, primeiro nome escolhido para a banda, na Gottenburgo de 2004. Influências, as de sempre: de Blue Cheer e Black Sabbath a Grand Funk, Thin Lizzy e Deep Purple, valia tudo que impregnasse a sonoridade da banda com o tempero muito característico daquele período áureo da música mundial. Junte a isso bons músicos, riffs pegajosos e os timbres quentes que só as gravações analógicas podem oferecer e o jogo está ganho com um placar bem elástico em favor da Horisont, apesar de ainda reverberar muito alto suas influências.
Desde que fui aplicado ao seu primeiro álbum -'Två Sidor Av Horisonten'(2009), com algumas faixas em sua língua pátria- por meu space broDim Maddy Lee, anseio pelo lançamento de um novo trabalho que, além da garra e competência, mostrasse também determinação da banda em trilhar seu próprio caminho, pero sin perder sus raíces. E o recém-lançado 'Second Assault' conseguiu isto...de certa forma. O custo foi alto mas ainda acho que a inconsistência de alguns temas, decorrente principalmente da busca por riffs, harmonias e melodias menos contaminados, é plenamente justificado pela recompensa da busca de um som próprio que, certamente, alcançarão. O pontapé inicial foi dado.
E foi neste ambiente que surgiu a Union, primeiro nome escolhido para a banda, na Gottenburgo de 2004. Influências, as de sempre: de Blue Cheer e Black Sabbath a Grand Funk, Thin Lizzy e Deep Purple, valia tudo que impregnasse a sonoridade da banda com o tempero muito característico daquele período áureo da música mundial. Junte a isso bons músicos, riffs pegajosos e os timbres quentes que só as gravações analógicas podem oferecer e o jogo está ganho com um placar bem elástico em favor da Horisont, apesar de ainda reverberar muito alto suas influências.
Desde que fui aplicado ao seu primeiro álbum -'Två Sidor Av Horisonten'(2009), com algumas faixas em sua língua pátria- por meu space broDim Maddy Lee, anseio pelo lançamento de um novo trabalho que, além da garra e competência, mostrasse também determinação da banda em trilhar seu próprio caminho, pero sin perder sus raíces. E o recém-lançado 'Second Assault' conseguiu isto...de certa forma. O custo foi alto mas ainda acho que a inconsistência de alguns temas, decorrente principalmente da busca por riffs, harmonias e melodias menos contaminados, é plenamente justificado pela recompensa da busca de um som próprio que, certamente, alcançarão. O pontapé inicial foi dado.
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