segunda-feira, 28 de maio de 2018

NÓÓÓSSINHOOORA...



MARY ELIZABETH WINSTEAD











segunda-feira, 21 de maio de 2018

CODY CHESNUTT


Atualização
Originalmente publicado em 10.04.2017.

Atlanta é, reconhecidamente um celeiro de boa e diversificada música, com alta representatividade do southern rock ao blues. E Cody ChesnuTT (assim mesmo, com o duplo 't' em maiúsculas), filho de um conhecido empresário musical da região, tem já um expressivo currículo musical, iniciado ainda no início dos 90. Em 98, já liderando sua própria banda, The Crosswalk, com um EP independente -'1535'- lançado um ano antes, assina com a Hollywood Recs., por onde grava o álbum 'Venus Loves A Melody', com lançamento engavetado devido à falência do selo alguns poucos meses depois.
Com os sonhos de uma carreira interrompidos de forma tão traumática, ChesnuTT trancou-se em seu quarto, improvisado em um home studio equipado apenas com um modesto gravador de 4 pistas,  por mais de 2 anos, dedicando-se apenas a compor e registrar material para um álbum solo. Com mais de meia centena de canções, escolheu 3 dúzias para 'The Headphone Masterpiece', álbum duplo lançado de forma independente em 2002. Naquele mesmo ano, a prestigiada banda The Roots (sim, aquela mesma, residente do talk show de Jimmy Fallon) resolve gravar 'The Seed', um quase hit entre aquelas bedroom songs, agora rebatizada 'The Seed (2.0)', em seu álbum 'Phrenology', com a participação de ChesnuTT nas guitarras e vocais. E as coisas começavam a acontecer para este talentoso filho da Georgia, mas ainda de uma maneira um tanto arrastada, mesmo com alguns prêmios no período. Apesar de cada vez angariar um maior respeito no cenário nacional, e com datas frequentes no Velho Continente, um novo trabalho, o EP 'Black Skin No Value', também com canções registradas de maneira lo-fi, só veria a luz do sol em 2010, após o abortado projeto de um álbum ao vivo, 'The Live Release', registrado em performances ao redor do mundo.
Finalmente, um novo álbum, 'Landing On A Hundred', é lançado pela One Little Indian, em 2012, desta vez com uma produção condizente com a qualidade do material de ChesnuTT. A excelente repercussão de seu neo soul cru temperado com fartas doses de blues chamou a atenção até mesmo de Jools Holland, que lhe deu destaque em um episódio de seu programa naquele mesmo ano, e trouxe-lhe uma agenda intermitente. 
Enquanto um novo trabalho -previsto ainda para este ano- não chega, aproveitem o disponível até o momento aqui no G&B, o seu espaço brenfoetílicomusical





NEW!!!
Adicionado em 20.05.2018.












segunda-feira, 7 de maio de 2018

DANIELLE NICOLE-CRY NO MORE (2018)


E o segundo álbum solo de um dos gogós femininos mais privilegiados da atualidade vê a luz, longos 3 anos após o lançamento do inspiradíssimo 'Wolf Den'. E a ex-frontwoman do prestigiado power trio familiar Trampled Under Foot segue fazendo um belo trabalho em sua carreira solo, seja em material de própria lavra, como 'I'm Going Home', 'Save Me', 'Bobby' e a faixa-título, seja em 'Crawl', fantástica inédita dos himakers Jeff Paris e Tamara Champlin, ou mesmo na criteriosa escolha dos covers, entre os quais 'How Come You Don't Call Me Anymore', em interpretação que Prince aplaudiria esfuziante, e o blues standard 'Lord, I Just Can't Keep From Crying', de Blind Willie Johnson. Impressiona como esta judia natural do Kansas, TX, consegue transmitir, valendo-se de sua voz e postura, toda a intensidade do soul e do blues. Não à toa, 'Cry No More', quando de seu lançamento em fevereiro deste ano, manteve-se por 2 semanas em #1 na Billboard Top Blues Albums.
Gostou e quer mais de Danielle Nicole? Aqui tem... Ah, e aqui também!!!