terça-feira, 30 de setembro de 2008

WILD 'T' & THE SPIRIT (Discografia Atualizada)


BOMBA! BOMBA!

Finalmente, com o auxílio de um visitante anônimo que me mostrou o mapa da mina para seu último trabalho -'Fender Bender'-, completamos a discog deste músico fantástico.

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Originalmente postado em 25.05.2007.

Graças ao desprendimento do parceiro Fred, CEO do Música Que Mudou O Mundo, consegui ampliar a discog anteriormente postada deste negão -não!...não é o Seu Jorge!!!- ferôncio na Strato, acrescentando o álbum 'True Bliss' de 2004.
Agora só ficarei devendo o recentíssimo 'Fender Bender'.
Aos que já o conhecem, nada a dizer. Àqueles que ainda não tiveram este prazer...

ATRAQUEM-SE DJÁ A ESTES LINKS!!!!


Meu primeiro post aqui no G&B, em agosto de 2006, foi o álbum 'Givin' Blood'(93) do negão aí da foto. Este cd comprei em um camelô, imported, por 3 merréu em 95 e pirei no som do cara. No entanto, se hoje o G&B já encontrou seu modesto espaço na irmandade de compartilhamento, àquela época era totalmente desconhecido e este músico fantástico ficou sem a devida divulgação. Sendo assim, além de reparar esta injustiça, sinto-me na obrigação de, além de repostá-lo, acrescentar mais algumas coisinhas que 'pesquei' recentemente na grande rede.
Wild 'T' é Anthony Springer, cultuado guitarrista negro canadense (mas nascido em Trinidad), admirado por, entre outros, David Bowie -participou do álbum 'Black Tie/White Noise', Jeff Healey, Johnny Winter e Yngwie Malmsteen, e cujo estilo incendiário lembra um certo guitarrista de nome Jimi Hendrix (chegou a ter, na adolescência, uma banda tributo com o sugestivo nome de Fire). Em 91, já com uma razoável legião de seguidores, lança seu primeiro álbum, 'Love Crazy'. A repercussão a essa estréia foi tão boa que lhe rendeu uma tour de quase 2 anos por todo o Canadá . Em 93, lança o já citado 'Givin' Blood', um 'racha concreto' que ganhou todos os prêmios possíveis naquele país, incluindo o Juno, e até mesmo concorreu ao Grammy (EUA).
O natural neste momento seria que se aproveitasse o estouro e, além de excursionar o máximo possível, iniciasse a produção de um novo álbum, correto? Pois é, mas 'T' optou por manter-se ativo apenas excursionando e compondo material para um novo trabalho. Insatisfeito, e depois de um longo hiato, aproveitou apenas 4 dessas faixas no Ep 'Strange Modern', de 2000.
Seu último álbum, 'True Bliss'(2004), segundo apurei, incorpora outros elementos da música negra mantendo o mesmo altíssimo padrão de seus antecessores. No entanto, este vou ficar devendo. Ou melhor, que tal vocês, parceiros do G&B, tentarem conseguir este cd e enviar-me de presente o link?
Um novo álbum está prometido para setembro deste ano. Aguardo ansiosamente porque a 'pegada' hard/blues/rhythm & blues do negão é PHODA!
Todos os links, como de costume, estão com as capas completas. No entanto, no caso do 'Strange Modern', customizei uma capa pois, além de não encontrar a original em boa qualidade, esta beirava o amadorismo.
E não deixem de baixar o link de vídeos. Lá encontrarão 4 clips muito bons e um documentário sobre Wild 'T' com depoimento de David Bowie sobre a sua participação em 'Black Tie...' e um portifólio bacana deste 'puta' guitarrista. E tudo isso em pouco mais de 120 mb em wmv de boa qualidade de imagem e som. Vale muuuuuuiiito a pena.

!!!PLAY IT TOO LOUD!!!




LOVE CRAZY


GIVIN' BLOOD


STRANGE MODERN





FENDER BENDER
Many many thanks to anonymous visitor and blog Blues-Rock.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

MY MORNING JACKET (Discografia Atualizada)


Esse demorou a sair mas veio que veio!!!

Após três longos anos, finalmente um novo disco da MMJ. E, com certeza, em seu trabalho mais acessível, ensolarado e dos mais arrebatadores de sua discografia. Belíssimas e ganchudas composições, um instrumental único e arranjos de uma concisão exemplar. E está rechedo de tudo que um bom disco de My Morning Jacket deve ter: uma completa geléia de estilos, do alt country a um muito bem controlado experimentalismo.
Quem já os conhece e curte vai cair de quatro com este novo trabalho, ao mesmo tempo em que novos adeptos serão facilmente cativados. É o tipo de operação difícil para uma banda com sonoridade tão identificável à milhões de quilômetros de distância, a despeito da imensa gama de influências incorporadas. Mas este cd pode, sim, quebrar esta barreira.
Bem, se ficarem amarradões, a discografia está aí na rabeta do post. E se, além da discog, quiserem assistí-los em uma incrível performance, é só darem uma passada no El Blog De Archi (link na coluna ao lado) e baixar o DVD 'Okonokos: The Concert', e conferir uma apresentação perfeita da concepção, set list e cenário à energia quase metalhead de toda a banda e de Jim James em particular.
Vale muito a pena!


Evil Urges(2008)



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Originalmente postado em 24.02.2007.

Tarefa difícil contextualizar esta jamband, em parte devido à confluência de estilos encontrada em sua sonoridade. Mas, como 'desafio' é meu nome do meio (caraca, tô me sentindo um pistoleiro), seria como...digamos assim...uma 'pororoca tsunami' entre o brit, o alt country, o southern rock, o psych e o indie. Parece improvável? Talvez até seja, mas não tenho definição melhor.
Essa troupe formou-se em Louisville, Kentucky, em 1998, com Jim James (vocais, composições, guitarra), 'Two Tone' Tommy (baixo), Johnny Quaid (guitarras) e J. Glenn (bateria). Já no ano seguinte lançam 'The Tennessee Fire', que tem como característica principal uma sonoridade recheada de reverb (principalmente na voz de James), e conseguem uma boa legião de seguidores devido, principalmente, às suas incendiárias apresentações.
Em 2000, trazem Danny Cash para os teclados e gravam 'At Dawn', mais maduro e próximo da sonoridade atual da banda, o que significa, também, um menor (mas ainda presente) uso de reverb. Por ocasião de seu lançamento em 2001, com algum prestígio já consolidado e um séquito considerável, J. Glenn resolve jogar as baquetas, sendo substituído por 'KC' Guetig para o tour promocional do álbum. No ano seguinte, a vaga seria ocupada por Patrick Hallahan, titular do posto até hoje.
O ano de 2003 traz à luz o magnífico 'It Still Moves', já por uma major, e a sensação de que MMJ era um conceito e não tão somente mais uma 'melhorbandadetodosostemposdaúltimasemana' pois são convidados, pela primeira vez, para o respeitadíssimo Bonaroo. Desde então, se apresentaram em todas as edições seguintes, tornando-se a única banda a conseguir este feito. Encontram tempo também para o lançamento do EP ao vivo 'Acoustic Citsuoca'.
Logo depois, amigavelmente, Cash e Quaid deixam a banda, sendo substituídos por Carl Broemell (guitarras, pedal steel, saxes e vocais) e Bo Koster.
Com esta formação lançam seu definitivo salto para a popularidade, sem perda de respeito e qualidade: o belíssimo e críticamente aclamado 'Z'(2005).
Devido a suas apresentações, que provocam uma catarse loshermânica na platéia, resolvem lançar o registro de uma destas, 'OKONOKOS'(2006), em CD/DVD. Não assisti o DVD, nem mesmo nenhum outro registro ao vivo do MMJ, mas o que posso afirmar é que o CD consegue passar plenamente toda a comoção que um excelente set-list e uma espetacular performance de palco podem causar em uma platéia. Estou tentando conseguir o DVD deste show e, por isso, se alguém encontrar um link perdido por aí já sabe o caminho das pedras.
Aliás, rogo que, encontrando qualquer link para qualquer show, em qualquer formato de vídeo (AVI, no entanto, é o mais recomendável), que considerem se enquadrar na proposta do G&B, não se acanhem. Mandem pra gente pois, aqui, tudo retorna em benefício dos 'sócios' da casa.
Mais uma vez, e espero que seja cada vez mais uma constante, um post só se tornou realidade devido a ajuda de um destes 'sócios', Ser Da Noite. Valeu, parceiro!


THE TENNESSEE FIRE

AT DAWN

IT STILL MOVES

Z

OKONOKOS-CD1 OKONOKOS-CD2

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

RASPBERRIES





Existem vários gêneros musicais pelos quais nutro muita simpatia e, dentre estes, o power pop ocupa um lugar especial nesse velho coração. Mas que diabos vem a ser isso? O power pop surgiu no início dos '70 como resposta à, na opinião de seus artífices, excessiva prepotência do rock 'viajadão' e recheado de improvisos do período. O ambiente tornara-se extremamente propício a um modelo que mixasse as harmonias instrumentais e vocais de Beach Boys, Byrds e Beatles às guitarras com timbres hard/garage do britpop para criar uma massa sonora densa mas, porque não?, contagiantemente radiofônica sem que isso significasse perda de conteúdo. Era o retorno ao sempre subestimado formato da canção urgente, concisa, mas com uma boa dose de peso, ingrediente usualmente estranho ao pop à época. Por acaso estão com uma leve sensação de déjà vu? Isto lhes remeteu à revolução provocada pelo punk no final dos '70, certo? É mais ou menos por aí, até porque os punks foram extremamente influenciados pelo power pop e o bubblegum, outro gênero que curto muito. A diferença estilística residia, quase que exclusivamente, na postura niilista pregada pelos punks -e totalmente ausente naqueles gêneros- e no fato de que a galera do power pop mandava muito bem nos seus instrumentos.
Embora considerado um movimento tipicamente norteamericano -afinal, duas das maiores bandas do gênero, Big Star (quem não conhece 'In The Streets', tema do hilário seriado 'That 70's Show'?) e Raspberries, foram 'made in USA'-, a quase unanimemente considerada seminal no gênero foi a britânica Badfinger (ainda faço um post sobre estes caras!). Na verdade, o power pop espalhou-se e surgiram bandas do gênero por todo o mundo.
Mas vamos aos 'framboesas'!
A Raspberries formou-se da união de duas bandas de Cleveland que amealharam um relativo sucesso local: da The Choir vieram Wally Bryson (vocais/guitarras), Dave Smalley (vocais/baixo) e Jim Bonfanti (bateria) e da Cyrus Erie foi recrutado Eric Carmen para vocais e guitarra. Gravaram uma demo que, assim que chegou às mãos de Jimmy Ienner, influente produtor para quem Eric já havia feito alguns trabalhos em estúdio, gerou um contrato de gravação. Mesmo assim, seu primeiro single, 'Go All The Way', só foi lançado em 1972, quase dois anos após sua assinatura. E foi a música certa no momento exato. O estouro foi mundial e logo lançavam um LP homônimo recheado de pancadas como 'Rock & Roll Mama' e a já citada 'Go All The Way' mais algumas baladas ganchudas como 'Don't Want To Say Goodbye', outro grande sucesso.
Para escoar o enorme talento autoral de todos -principalmente de Eric, já projetando-se acima dos demais- desovam, ainda no mesmo ano um novo trabalho. Apesar de ter uma das capas mais ridículas já produzidas pela indústria fonográfica, 'Fresh' consolidou de vez -comercial e criticamente- a carreira dos 'framboesas'. Petardos como 'I Wanna Be With You', 'Let's Pretend' e 'Goin' Nowhere Tonight' não deixavam mais dúvidas do potencial da banda. Mas as excessivas atenções direcionadas a Eric começavam a gerar conflitos internos. E as intensas turnês só agravavam estas tensões.
Nada melhor do que umas férias para aplacar os ânimos, certo? Nada disso! A indústria não pode parar e, já em 1973, mandam para as prateleiras 'Side 3', um trabalho com um design totalmente kitsch -a capa recortada no formato de um pote cheio de framboesas acondicionando o bolachão- e que, contando com uma sonoridade propositadamente ainda mais suja e pesada, emplacou mais alguns hits como 'Tonight', 'I'm A Rocker' e 'Hard To Get Over'. Após o tour de lançamento, Smalley e Bonfanti entregam os pontos. Para ocupar suas vagas, são convocados os antigos companheiros de Eric na Cyrus Erie Scott McCarl para o baixo e Michael McBride para as baquetas.
Com esta formação lançam 'Starting Over' (título sugestivo, não?) já em 74. Apesar de conter um belo repertório -a começar por 'Overnight Sensation', que Bruce Springsteen adoraria ter escrito, segundo o próprio- o fim já estava delineado.
Eric Carmen seguiu uma vitoriosa, mas de gosto duvidoso, carreira solo puxada pelo estrondoso sucesso de 'All By Myself' -uma das canções mais coverizadas do mundo, sendo a de Sheryll Crow a mais bem sucedida- e todos os demais membros mantiveram-se na ativa como session men ou em suas próprias bandas. Em 2004 resolveram reunir-se em sua formação original para uma única apresentação sold-out no House Of Blues de LA e a química foi tão boa que acabaram por emendar um tour por todo o ano de 2005, gerando o CD duplo+DVD(5 faixas) ao vivo 'Live On Sunset Strip', somente lançado em 2007.
Uma banda que congrega admiradores tão díspares como o já citado Bruuuuuuuce, Kiss, Brian May, Joan Jett, Kurt Cobain, John Lennon, Liam & Noel Gallagher, Ramones e Sex Pistols, entre muitos outros, merece uma boa conferida, não concordam?


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

MACACO BONG-ARTISTA IGUAL PEDREIRO(2008)


Imperdível!!! É o mínimo a se dizer sobre a estréia em cd full -existem dois EPs anteriores- deste power trio cuiabano. O trabalho instrumental desenvolvido por Bruno Kayapy (guitarras/violões), Ney Hugo (baixo) e Ynaiã Benthroldo (bateria) é fenomenal em todas as suas propostas. Do blues ao mais rasgado hard fusion apresentam o que de melhor um ouvido humano pode absorver em termos de composição, arranjos, execução, improvisação, etc. E o melhor de tudo: com um estilo todo próprio, de uma vigorosa complexidade em nenhum momento gratuita, em uma embalagem completamente distinta de tudo que se ouve hoje -arrisco-me a dizer- no mundo.
É inegável a transbordante qualidade de todos os músicos mas Bruno Kayapy é um monstro em sua descascada e de timbre inigualável Strato '69, demonstrando ainda uma capacidade de liderança musical impressionante. E sua arrebatadora técnica no fingerstyle -um mix de Lindsey Buckingham, Michael Gurley e muita anfetamina- é determinante para moldar a sonoridade bong. Sinto-me confortável para afirmar que -junto com o Pata de Elefante- engoliriam muita banda gringa em festivais do nível de um Bonaroo. E ambas merecem, e muito, estar lá.
Em respeito à louvável política das gravadoras Trama Virtual/Monstro Discos de disponibilizar por tempo determinado e DIGRÁTIS (com capa completa e vários extras) seus lançamentos e sendo a Macaco Bong uma de suas maiores apostas, não disponibilizarei um link para este disco. Farei melhor: postarei o link para o site da gravadora -o cadastro é indolor- e vocês que se divirtam à vontade por lá. Acredito, assim, estar estimulando atitudes similares por parte de suas congêneres e contribuindo para o crescimento da banda junto à gravadora pois, com certeza, todo download é contabilizado.
Então, vamu nessa, macacada!!! Mas voltem pra comentar, ok?


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

BABE RUTH




Meu primeiro contato com a Babe Ruth, como quase todos que a conhecem, foi através da canção 'The Mexican'. Lembro perfeitamente de ouví-la pela primeira vez em um domingo qualquer de 73, através do rádio -é, aquele equipamento jurássico que um dia já nos revelou tanta música boa e que, hoje, todos sabemos a quantas anda- recém instalado no Ford Corcel verde-piscina de meu saudoso pai. Como de hábito, o velho passou à porta do Fluminense, onde rolava a matinée Sorvetão, para nos -a mim e meus irmãos- levar para casa, não sem antes pagar umas fatias de pizza. No meio do caminho soam os primeiros acordes de violão da bela introdução à mariachi daquela canção e todos no carro ficamos calados aguardando onde desaguaria aquele tema tão diferente de tudo que já havíamos ouvido. E foram segundos preciosos pois inesquecíveis. Ninguém ficou imune àquela canção e, não a toa, 'The Mexican' estourou em todo o mundo e pegou de surpresa até mesmo a própria banda.
Após dois anos de muita ralação, Alan Shacklock (guitarras/teclados/arranjos/vocais), Dave Hewitt (baixo/vocais), Dave Punshon (pianos), Dick Powell (bateria/percussão) e Janita Haan com sua presença e voz marcantes conseguem, finalmente, lançar seu primeiro álbum, 'First Base', em 73. Puxado pelo enorme sucesso daquela canção temperada com um famoso tema de Morricone, 'For A Few Dollars More', este trabalho de estréia mostrou-se bom o bastante para situar-se entre um dos grandes álbuns de todos os tempos.
Pouco tempo depois, pressionados pela gravadora e já com alterações na formação (Ed Spevock nas baquetas e Chris Holmes nas teclas), lançam o belo mas de rumo incerto 'Amar Caballero'. É também seu trabalho mais ousado.
Com mais uma mexida no time, Steve Gurl em substituição a Holmes, mandam para as prateleiras um ótimo trabalho, 'Babe Ruth', já com uma postura mais hard e mais uma homenagem de Shacklock a Morricone: uma versão matadora de 'A Fistful Of Dollars'.
Tudo parecia ir às mil maravilhas para Shacklock & Cia. com vendas encorajadoras e reconhecimento de crítica. Inexplicavelmente, já com várias das bases de 'Stealin' Home' gravadas, Shacklock pede o boné e Bernie Marsden assume as guitarras, preenchendo as lacunas com a usual competência.
O problema é que Alan Shacklock era a alma da banda e, logo após o seu lançamento, Janita e Hewitt -os dois únicos remanescentes da formação original- também resolvem abandonar o barco. Com uma formação completamente acéfala, apesar da já conhecida competência de Marsden e com Ellie Hope claramente emulando -sem sucesso- Janita, lançam um último suspiro, 'Kid's Stuff', um bom trabalho mas sem as características únicas de um álbum da Babe Ruth. Parece apenas com mais um bom disco de uma das tantas boas bandas hard da época. Tudo bem que isso não é pouco para os padrões atuais mas nos anos 70 não bastava ser bom, tinha que arrebentar!
Em 2006 a formação clássica reune-se e lança, já no ano seguinte e somente pela web, 'Que Pasa!', um disco cheio de bons momentos mas aquém da qualidade de seus discos anteriores. Em resumo, valeu para desenferrujar mas que venham logo com um novo trabalho.