Velhas novidades -ou seriam novas 'velhidades'?- na discografia desta banda de Vancouver. Finalmente, pela primeira vez em qualquer formato devido a pendengas judiciais com o
antigo selo, seu álbum de 2004, quando ainda atendiam pela alcunha de The Years.
Que venha agora um álbum de inéditas!!!
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Republicado em 01.12.2014.
Bela oportunidade para a gALLera que 'moscou' e acabou passando batido pela postagem dos 2 primeiros trabalhos desta excelente banda canadense, agora turbinada com links para seus mais recentes lançamentos, 'Live At The Verge', registro de uma apresentação do quarteto na turnê de lançamento de seu primeiro álbum mas inédita até este ano, e 'Just A Little Bit More', compilação de inéditas, outtakes, b-sides, alive, demos, etc. O tipo de material que uma banda costuma despejar antes de um novo lançamento.
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Originalmente publicado em 20.05.2013.
Mantendo a geografia da postagem anterior, apresento aos queridos e queridas roquenrollers de plantão a natural de Vancouver, CAN, Lions In The Street. Tomando emprestado o nome de um dos poemas mais contundentes de Jim Morrison, Chris Kinnon (vocais/guitarra), Sean Casey (guitarras/violões/vocais), Enzo Figliuzzi (baixo/vocais) e Jeff Kinnon (bateria/percussão/teclados/vocais) criaram, ainda como The Years, em 2000 o mais perfeito amálgama de Rolling Stones, Faces, Fleetwood Mac (MK I) e Steppenwolf que ouvi nos últimos tempos. Adicione um tempero de The Clash, Black Rebel Motorcycle Club e um gosto incomum pelo power pop de Badfinger, Big Star e Raspberries e, até mesmo, Beatles e as coisas ficam irremediavelmente interessantes.
Após o lançamento do EP independente 'Cat Got The Tongue', apenas alguns meses após sua formação, e com o clipe de 'Mine Ain't Yours' obtendo boa receptividade, pegar a estrada foi a saída natural e assim o fizeram por quase 2 anos, ao mesmo tempo em que compunham incessantemente para um álbum cujo lançamento pretendiam fosse por uma gravadora que os projetasse da forma que mereciam. No entanto, a escolha pela nanica TVT Rec. para o lançamento de seu primeiro, e até o momento inédito, álbum provou ser um tremendo erro que congelou a carreira dos 4 talentosos rapazes por longos 2 anos de entreveros e pendengas judiciais até a anulação do contrato. A resposta veio em 2009, agora já com seu nome definitivo, através do fantástico auto-intitulado trabalho de estreia. Certamente, fosse lançado por um selo com melhores condições, pancadas do mais puro rock'n'roll soul como 'Moving Along', 'Waiting On A Woman', 'Shangri-La' e 'Hey Hey, Arlene' (há muito não escuto riffs chuckberryanos como este em outras bandas) teriam elevado a banda a um outro status.
Era o momento de recomeçar ou desistir e, para nossa sorte, a Lions In The Street estava plenamente disposta a seguir em frente. Para tanto, a aposta do experiente produtor Shawn Cole e do renomado selo independente Beverly Martel Rec. foram fundamentais e o EP 'On The Lam' tornou-se o prenúncio de um belo futuro para a banda, desde que associado a um bom gerenciamento de carreira. Afinal, faixas do quilate de 'All For Your Love', 'So Far Away' e uma regravação, ainda melhor que a original, para 'Moving Along', não deixam dúvidas da enorme capacidade destes quatro garotos canadenses em colocar os esqueletos de quem os escuta para chacoalhar. E sem contra-indicações...
Após o lançamento do EP independente 'Cat Got The Tongue', apenas alguns meses após sua formação, e com o clipe de 'Mine Ain't Yours' obtendo boa receptividade, pegar a estrada foi a saída natural e assim o fizeram por quase 2 anos, ao mesmo tempo em que compunham incessantemente para um álbum cujo lançamento pretendiam fosse por uma gravadora que os projetasse da forma que mereciam. No entanto, a escolha pela nanica TVT Rec. para o lançamento de seu primeiro, e até o momento inédito, álbum provou ser um tremendo erro que congelou a carreira dos 4 talentosos rapazes por longos 2 anos de entreveros e pendengas judiciais até a anulação do contrato. A resposta veio em 2009, agora já com seu nome definitivo, através do fantástico auto-intitulado trabalho de estreia. Certamente, fosse lançado por um selo com melhores condições, pancadas do mais puro rock'n'roll soul como 'Moving Along', 'Waiting On A Woman', 'Shangri-La' e 'Hey Hey, Arlene' (há muito não escuto riffs chuckberryanos como este em outras bandas) teriam elevado a banda a um outro status.
Era o momento de recomeçar ou desistir e, para nossa sorte, a Lions In The Street estava plenamente disposta a seguir em frente. Para tanto, a aposta do experiente produtor Shawn Cole e do renomado selo independente Beverly Martel Rec. foram fundamentais e o EP 'On The Lam' tornou-se o prenúncio de um belo futuro para a banda, desde que associado a um bom gerenciamento de carreira. Afinal, faixas do quilate de 'All For Your Love', 'So Far Away' e uma regravação, ainda melhor que a original, para 'Moving Along', não deixam dúvidas da enorme capacidade destes quatro garotos canadenses em colocar os esqueletos de quem os escuta para chacoalhar. E sem contra-indicações...
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