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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

HANNAH WILLIAMS (& THE AFFIRMATIONS)-50 FOOT WOMAN (2019)


E mais um aguardado álbum sai do forno. Desta vez, o 3º trabalho da diva do blue eyed soul Hannah Williams, 2º com seus The Affirmations. E '50 Foot Woman' revela-se, provavelmente, como o melhor de seus trabalhos, até o momento. Ousado e pop em sua essência, '50 Foot Woman' contem petardos incontestáveis, como a faixa-título, uma das melhores canções já escritas por Hannah, 'Sinner', 'Hourglass', 'What Can We Do?' (que arranjo vocal!!!), 'How Long?' e minha prediletaça 'Tablecloth'. Quando decidir conferir este álbum, afaste os móveis da sala...acredite, você vai precisar!





segunda-feira, 14 de novembro de 2016

HANNAH WILLIAMS (& THE AFFIRMATIONS)-LATE NIGHTS & HEARTBREAK (2016)

Poucos segundos álbuns, daqueles folcloricamente taxados pelo mercado fonográfico como determinantes para o sucesso ou fracasso da carreira de um artista ou banda, foram tão aguardados por mim como este de Hannah Williams. E, a julgar por 'Late Nights & Heartbreak', sendo lançado hoje e em primeiríssima mão por aqui, não tenho dúvidas de que seu nome, finalmente, se espalhará muito além do circuito r&b europeu, onde já carrega uma aura cult.
Da ousadia, até mesmo acrescentando cordas ao arranjo, do cover cheio de groove para 'Dazed And Confused', imortalizada na versão dos Fant 4*, aos quase 9 minutos de puro psychedelic soul à moda da Stax de 'Still In My Head', muitas vertentes da negritude musical, daquelas que fazem o coração de qualquer ser humano com um mínimo de sangue em suas veias pulsar mais forte, se fazem presentes em altíssimo nível. Sempre executadas à perfeição por seus novos cúmplices, The Affirmations -James Graham (Hammond B3/Wurlitzer e único remanescente da The Tastemakers), Adam Holgate (guitarras), Adam Newton (baixo), Jai Widdowson-Jones (bateria), Nicholas Malcolm (trumpete), Liam Treasure (trombone), John Pratt (sax barítono) e  Victoria Klewin e Hannah Nicholson (backing vocals)-, experientes músicos vinculados a combos do porte de Snarky Puppy e The Heavy, e magnificamente produzidas por Malcolm Catto, líder da The Heliocentrics.
Se, de fato, a máxima citada logo na abertura deste textículo estiver correta, Hannah Williams confirma ter uma belíssima carreira pela frente.
Gostou e quer mais? É só dar um rasante por aqui.






*Como costumo referir-me à Led Zeppelin.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

HANNAH WILLIAMS & THE TASTEMAKERS-A HILL OF FEATHERS (2012)

E para fechar com chave de ouro esta sequência cheia de groove, trago uma dica preciosa do Findini, um dos visitantes mais antigos da casa e já merecedor de uma plaqueta de identificação patrimonial do G&B: a londrina Hannah Williams e seus The Tastemakers. Contando em sua formação básica com Hillman Mondegreen (guitarras/vocais), James Graham (teclados/vocais), Dougie Funk Taylor (baixo), Jimi Needles (bateria/vocais), Chloe Harvey (trompete/vocais) e Haze Tratt (saxes/vocais), a The Tastemakers (costumam ainda contar com duas backing vocals quando ao vivo) é o suporte perfeito para o deep soul/funky idealizado por Hannah Williams, nascida em um ambiente musical liderado por seu pai, um respeitado pastor, e desde muito cedo iniciada em uma sólida educação musical, incluindo o trompete, instrumento que domina com alguma desenvoltura.
Já arrancando elogios de Sharon Jones e Charles Bradley, dois dos maiores expoentes do gênero na atualidade, Hannah foi descoberta em 2011 por Mondegreen, também produtor e proprietário de um minúsculo selo indieque apressou-se em lançar um single em 45rpm que, por sua vez, chegou às mãos do prestigioso selo italiano Record Kick, especializado no gênero. E assim estava traçado o destino da rotunda e talentosíssima inglezinha dona de um timbre marcante, misto de Etta James e Betty Wright, e seu old school r&b à base de muito groove e naipes minimalistas de metais no melhor estilo Stax
Mas foi da química gerada por músicos que conhecem a linguagem funky/soul como poucos que nasceram pancadões do naipe de 'The Kitchen Strut', 'Don't Tell Me', 'Get It' e a instrumental 'Things To Come' convivendo harmoniosamente com baladas soul -algumas discretamente adornadas por belos arranjos de cordas- de arrepiar como 'Work It Out', 'Tell Me Something (Liberties)' e minha prediletaça 'Washed Up'. E ainda sobrou espaço para um cover matador para 'I'm A Good Woman', standard do northern soul na voz de Barbara Lynn.  
E tudo ao vivo no estúdio, como todo grande exemplar do gênero deve ser registrado. E sem AutoTune!!!  


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VIDEOS
WORK IT OUT

I'M A GOOD WOMAN

GET IT (LIVE)

WASHED UP (LIVE)

DON'T TELL ME (PROMO)

KITCHEN STRUT (LIVE AT THE SHED)