A texana de Fort Worth Blood Of The Sun me foi aplicada por um de meus mais novos amigos de infância, Maddy Lee, em um de nossos eventos brenfoetílicomusicais no QG do G&B. Já aos primeiros acordes recheados de um peso quase stoner e um irresistível -e igualmente pesado- Hammond B3 muito bem 'levado' de 'Hell On Its Knees', me obriguei a parar tudo e prestar atenção. Foi então que resolvi pesquisar e descobri o quão pouco existe de informações pela rede sobre a banda. Mas o pouco que consegui dividirei com vocês.A banda nasceu em 2002 das cinzas das ilustres desconhecidas (ao menos para mim) Archie Bunker -de onde emergiram Dave Gryder (piano/órgão/sinths) e Henry Vasquez (bateria/vocais)- e Las Cruces, que cedeu o gogó de Mark Zammaron; a eles juntaram-se os guitarristas Rich Christopher e Jay Benfield e o baixista Miguel Veliz, todos da cena local. Após arrebanharem uma considerável legião de fãs com suas performances carregadas de adrelina, conseguiram um contrato com uma gravadora independente e, já em 2004, desovaram seu primeiro e auto-intitulado trabalho, rapidamente conseguindo excelentes críticas com sua mistura do bom e velho hardão setentista, boas doses de southern e a já citada pegada stoner.
Infelizmente, e não me perguntem o motivo, inúmeras mudanças na formação ocorreram; a mais sentida, sem dúvida, foi a saída do bem acima da média Zammaron. Segue-se um hiato de 3 longos anos até a chegada de 'In Blood We Rock', um trabalho recheado de boas composições, em grande parte instrumentais devido à ausência de um frontman. A saída foi convencer o trovejante baterista Vasquez a assumir, com um resultado sofrível (mas de forma louvável), os vocais, o que prejudicou bastante o saldo final do disco.
Como esperado, ocorrem novas mudanças na formação e que, desta vez, surtiriam efeito. A principal aquisição, sem dúvida, foi a do legendário Derek St. Holmes para os vocais; os demais -Mike Doty e Eric Schmidt (guitarras) e Roger Yma (baixo)-, além de bons músicos, conseguiram trazer de volta o espírito de seu primeiro trabalho para o excelente 'Death Ride', lançado em 2008. E ainda acrescentaram o que de melhor havia em seu predecessor: alguns bons temas instrumentais. Sinceramente, custo a acreditar que St. Holmes se mantenha por muito mais tempo na banda mas, se conseguirem estabilizar esta formação, antevejo um belo e sangrento futuro para todos.
Infelizmente, e não me perguntem o motivo, inúmeras mudanças na formação ocorreram; a mais sentida, sem dúvida, foi a saída do bem acima da média Zammaron. Segue-se um hiato de 3 longos anos até a chegada de 'In Blood We Rock', um trabalho recheado de boas composições, em grande parte instrumentais devido à ausência de um frontman. A saída foi convencer o trovejante baterista Vasquez a assumir, com um resultado sofrível (mas de forma louvável), os vocais, o que prejudicou bastante o saldo final do disco.
Como esperado, ocorrem novas mudanças na formação e que, desta vez, surtiriam efeito. A principal aquisição, sem dúvida, foi a do legendário Derek St. Holmes para os vocais; os demais -Mike Doty e Eric Schmidt (guitarras) e Roger Yma (baixo)-, além de bons músicos, conseguiram trazer de volta o espírito de seu primeiro trabalho para o excelente 'Death Ride', lançado em 2008. E ainda acrescentaram o que de melhor havia em seu predecessor: alguns bons temas instrumentais. Sinceramente, custo a acreditar que St. Holmes se mantenha por muito mais tempo na banda mas, se conseguirem estabilizar esta formação, antevejo um belo e sangrento futuro para todos.


