domingo, 31 de dezembro de 2017

FELIZ 2018!!!


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E com estas já tradicionais publicações do meu, do seu, do nosso G&B, basta escolher o gênero e divertir-se com música 'pra pular' de qualidade inquestionável.
Na dúvida, baixe a porra toda. Garanto que não haverá ressaca!

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

DIRTY SWEET / Repostagem & Atualização


Papai Noel 
chapadão tarda mas não falha!!!

E, através de seu bong mágico, o bom velhinho sacana trouxe de presente pra geral o recém-apertado 'Once More Unto The Bridge'.






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Republicado em 09.10.2017.



Contabilizando já 8 anos de roquenrou e muito suor em palcos da Costa Oeste, a Dirty Sweet arrebanhou um invejável e fiel séquito -principalmente em sua San Diego natal-, saudoso por chacoalhar esqueletos ao som de um hard rock sem frescuras e executado em alto e bom som. E foi esse público que proporcionou a Ryan Koontz (vocais), Nate Beale (guitarras/vocais), Mark Murino (guitarras), Shaun Cornell (baixo) e Chris Mendez (bateria) ganhar o prêmio de melhor espetáculo de rock outorgado pela San Diego Academy Of Music e lançar seu primeiro trabalho. Totalmente gravado no Blue Roof, ainda em fase de construção e de propriedade de Cornell, em apenas 2 1/2 semanas de trabalho ininterrupto no verão de 2006, '...Of Monarchs And Beggars', lançado no ano seguinte, é um registro perfeito da virilidade e sensualidade da música da Dirty Sweet, como só os norte-americanos sabem fazer. E conseguiram chamar a atenção da mídia com faixas de alta octanagem como 'Baby Come Home', 'Come Again', 'Goldensole', 'Born To Bleed', 'Long Line Down' e a deliciosa 'Isabel', sempre com referências claras ao classic rock setentista mas acrescentando elementos contemporâneos para combater o revival oitentista de bandas como The Killers e Franz Ferdinand que já se apresentavam fortes à época. Saudados pela NME como uma banda merecedora de muita atenção, extensas turnês não tardaram a acontecer, ajudando a expandir território. E novos admiradores não tardaram a ser agregados. Uma bela estreia, sem dúvidas, mas ainda insuficiente para carimbar o passaporte para um futuro de sucesso.
E a perda de um de seus alicerces, Shaun Cornell, para dedicar-se ao seu estúdio, poderia ter colocado em queda livre uma ascensão conseguida à base de muito suor e talento. Surpreendentemente, a entrada de Christian Schinelli surtiu um efeito renovador e o resultado foi o fantástico 'American Spiritual', um dos álbuns que mais incomodou a Year Long Disaster e seu 'Black Magic: All Mysteries Revealed' na disputa pelo Prêmio Rabo de Raposa 2010, recheado de um até o momento insuspeito espírito garage/power pop e letras muito acima da média, sempre procurando fugir ao padrão sex, drugs, rock'n'roll & more sex predominante em seu antecessor. Do tapa nas orelhas de 'Rest, Sniper, Rest' à belíssima estética roots da faixa-título, nada é desperdiçado. Mesmo quando investem em baladas, podemos alinhá-las entre os melhores exemplares do gênero, como a deliciosamente grudenta 'An Empty Road'; em contrapartida ainda nos brindam com pancadas perfeitas do nível de 'Kill Or Be Killed' e 'Please Beware'. Ah...o cliente deseja algo mais pop? Pois estará muito bem servido com a quase radiofônica 'You've Been Warned' e a contagiantemente ácida (e de surpreendente concepção) 'Star-Spangled Glamour'. Mas nenhuma das excelentes faixas deste estupendo trabalho pode ser comparada às morriconianas 'Marionette' e 'Crimson Cavalry', imbatíveis em todos os quesitos e com a vantagem de funcionarem como partes distintas de uma só canção.
Sem dúvidas, vale a pena seguir o conselho da NME - e, por que não?, do G&B - e ficar de olho na Dirty Sweet.







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VIDEOS





segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

GIN LADY / Atualização


Atualização para o novo álbum desta banda sueca, o um tantinho mais lisérgico e com tempero mais acentuado de power pop que seus predecessores, 'Electric Earth'
Aproveitei para também disponibilizar o link para o álbum de 2016, o excelente 'Call The Nation'.

Divirtam-se!!!

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Originalmente publicado em 24.06.2013.


Sim, estou entre os que lamentaram profundamente a guinada da sueca Black Bonzo (na verdade, 3/5 dela), uma das mais cultuadas bandas de heavy prog da nova geração, em direção a um hard rock mais cru, básico. Muito contribuiu para isto um trabalho de estreia, agora atendendo por Gin Lady, passando a impressão de a todo instante estar à procura do sucesso perfeito e, até mesmo, um certo caráter oportunista. Passado o susto inicial, no entanto, consegue-se extrair bons momentos e algumas boas diretrizes são percebidas aqui e ali, apesar da clara demonstração de pouca intimidade com o novo gênero. No entanto, a lembrança do belo trabalho de Magnus Kärnebro (vocais), Joakim Karlsson (guitarras/violões/teclados/flautas/vocais) e Anthon Johansson (baixo/vocais) à frente de sua antiga banda, responsável por 3 memoráveis álbuns de estúdio em 5 anos de carreira, ainda era muito recente e uma comparação tornava-se inevitável, apesar do competente trabalho de seus novos companheiros, Klas Holmgren (Hammond B3/Mellotron/piano/vocais) e Fredrik Normark (bateria), ambos ex-The All Janet. 
Alvo de recepção mediana, 'Gin Lady', o álbum, levou a banda a uma reengenharia de sua proposta e, apenas 11 meses depois, despejam 'Mother's Ruin', um belo e extenso panorama semi-didático de várias vertentes do classic rock com elementos de r&b e soul, elevando a Gin Lady ao patamar que planejaram alcançar desde o início, ao abandonar a antiga sonoridade para abraçar um gênero aparentemente tão simples quanto recheado de armadilhas. E a prova está em preciosidades como 'High Flower', 'Listen What I Say', 'High Flyer', 'All Because Of You', 'Den Of Wolves', 'Ragged Man Blues' e 'Far From Being Ok'. Desde já, um dos grandes lançamentos deste ano.



NEW!!!


NEW!!!




segunda-feira, 27 de novembro de 2017

LIONS IN THE STREET / Atualização


Resultado de imagem para lions in the street (band)

Velhas novidades -ou seriam novas 'velhidades'?- na discografia desta banda de Vancouver. Finalmente, pela primeira vez em qualquer formato devido a pendengas judiciais com o
antigo selo, seu álbum de 2004, quando ainda atendiam pela alcunha de The Years.
Que venha agora um álbum de inéditas!!!

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Republicado em 01.12.2014.

Bela oportunidade para a gALLera que 'moscou' e acabou passando batido pela postagem dos 2 primeiros trabalhos desta excelente banda canadense, agora turbinada com links para seus mais recentes lançamentos, 'Live At The Verge', registro de uma apresentação do quarteto na turnê de lançamento de seu primeiro álbum mas inédita até este ano, e 'Just A Little Bit More', compilação de inéditas, outtakes, b-sides, alive, demos, etc. O tipo de material que uma banda costuma despejar antes de um novo lançamento.

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Originalmente publicado em 20.05.2013.

Mantendo a geografia da postagem anterior, apresento aos queridos e queridas roquenrollers de plantão a natural de Vancouver, CAN, Lions In The Street. Tomando emprestado o nome de um dos poemas mais contundentes de Jim Morrison, Chris Kinnon (vocais/guitarra), Sean Casey (guitarras/violões/vocais), Enzo Figliuzzi (baixo/vocais) e Jeff Kinnon (bateria/percussão/teclados/vocais) criaram, ainda como The Years, em 2000 o mais perfeito amálgama de Rolling Stones, Faces, Fleetwood Mac (MK I) e Steppenwolf que ouvi nos últimos tempos. Adicione um tempero de The Clash, Black Rebel Motorcycle Club e um gosto incomum pelo power pop de Badfinger, Big Star e Raspberries e, até mesmo, Beatles e as coisas ficam irremediavelmente interessantes.
Após o lançamento do EP independente 'Cat Got The Tongue', apenas alguns meses após sua formação, e com o clipe de 'Mine Ain't Yours' obtendo boa receptividade, pegar a estrada foi a saída natural e assim o fizeram por quase 2 anos, ao mesmo tempo em que compunham incessantemente para um álbum cujo lançamento pretendiam fosse por uma gravadora que os projetasse da forma que mereciam. No entanto, a escolha pela nanica TVT Rec. para o lançamento de seu primeiro, e até o momento inédito, álbum provou ser um tremendo erro que congelou a carreira dos 4 talentosos rapazes por longos 2 anos de entreveros e pendengas judiciais até a anulação do contrato. A resposta veio em 2009, agora já com seu nome definitivo, através do fantástico auto-intitulado trabalho de estreia. Certamente, fosse lançado por um selo com melhores condições, pancadas do mais puro rock'n'roll soul como 'Moving Along', 'Waiting On A Woman', 'Shangri-La' e 'Hey Hey, Arlene' (há muito não escuto riffs chuckberryanos como este em outras bandas) teriam elevado a banda a um outro status.
Era o momento de recomeçar ou desistir e, para nossa sorte, a Lions In The Street estava plenamente disposta a seguir em frente. Para tanto, a aposta do experiente produtor Shawn Cole e do renomado selo independente Beverly Martel Rec. foram fundamentais e o EP 'On The Lam' tornou-se o prenúncio de um belo futuro para a banda, desde que associado a um bom gerenciamento de carreira. Afinal, faixas do quilate de 'All For Your Love', 'So Far Away' e uma regravação, ainda melhor que a original, para 'Moving Along', não deixam dúvidas da enorme capacidade destes quatro garotos canadenses em colocar os esqueletos de quem os escuta para chacoalhar. E sem contra-indicações... 

G&B Custom 
Special Edition


NEW!!!

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NEW!!!


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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

TEN YEARS AFTER-A STING IN THE TALE (2017)



E não é que o excelente resultado desta nova e ousada formação de uma banda icônica do blues rock deu liga? Muito disso deveu-se às incendiárias apresentações ao longo de 2 anos e perfeitamente registradas no soberbo alive 'The Name Remains The Same', de 2014. 
Apesar disso, o resultado em estúdio, ao contrário daquelas apresentações, me soou um tanto irregular. A produção de Marcus Bonfanti procurou manter a proposta sonora da TYA ao longo de seus quase 50 anos de bons serviços -crua e (quase) sem overdubs- mas a pouca inspiração de grande parte das composições acabou por puxar o resultado final um tanto para baixo. 
Apesar disso, o saldo é positivo e, aparadas algumas arestas, podemos esperar um resultado melhor para um futuro, espero, bem próximo.





segunda-feira, 6 de novembro de 2017

NÓÓÓSSIIINHOOORA...


IZA








segunda-feira, 30 de outubro de 2017

RAG 'N' BONE MAN-HUMAN (DeLuxe Edition/2017)


Não à toa, venho, já há bastante tempo, publicando nesta birosca brenfoetílicomusical excelentes novos nomes do r&b, blues e rock soul com saldo amplamente favorável às vozes femininas. Ocorre que os bons trabalhos nestes gêneros, seja no mainstream ou correndo por fora, vêm, mesmo, sendo dominados pelas mulheres. Vez ou outra, no entanto, um barbudo faz bonito...e, desta vez, literalmente! Seu nome? Rory Charles Graham...mas pode chamá-lo por Rag 'N' Bone Man. Para os curiosos, isto seria o correspondente ao nosso 'carroceiro', ou 'burro sem rabo', como costumamos nos referir, aqui no Rio de Janeiro, aos valorosos homens que sobrevivem puxando suas carroças abarrotadas de quinquilharias sem utilidade aparente angariadas junto às residências.
Meu primeiro contato com este espaçoso talento ocorreu há quase um ano, quando dei de cara com o clipe de 'Human' em um canal de TV exclusivamente dedicado à música. Como havia lançado apenas singles independentes, anteriormente, e 'Human' seria seu primeiro por uma major, resolvi aguardar o lançamento de um trabalho cheio para corroborar -ou não- aquela primeira boa impressão e...acabei por esquecer completamente deste inglês de East Essex de 32 anos e já há 17 envolvido com a música, primeiramente através do universo rap/hip hop. Até que, há alguns meses, fui surpreendido por outro petardo, 'Skin', e só então tomei conhecimento do lançamento de 'Human', o álbum. Sofisticadamente minimalista (apesar do uso esparso de naipes de sopros e cordas), 'Human', é um prato recheado de grandes melodias, poética de primeira e personalidade e unidade únicas. E, apesar do passado de seu autor, quase sem referências ao hip hop. Talvez apenas o uso constante (e de inacreditável bom gosto) de drum machines e a já citada intervenção de poucos elementos nos arranjos -o uso de guitarras e violões é quase zero e isto, certamente, fará a festa de guitarristas. Eu, pelo menos, me senti como pinto no lixo!
Os destaques, nesta versão deluxe incluindo seus singles anteriores, além das já citadas 'Human' e 'Skin', vão para 'Innocent Man', 'Ego', 'Odetta' e 'The Fire'. Mas, com um total de 19 faixas, não me espantaria que outras, que não estas, possam crescer em preferência a cada nova audição.
Um talento que, tudo leva a crer, ainda terá muito a oferecer...




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* Link nas 'baganas'

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

LEOGUN / Atualização



Mais um aperitivo fresquinho desta banda londrina, uma das campeãs de download desta birosca brenfoetílicomusical. Tijolada da melhor qualidade nas orêia!!!
Mas que venha logo um novo álbum...estão devendo!


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Originalmente publicado em 06.02.2017.



O power trio londrino Leogun -originalmente, um espécime mitológico meio-homem, meio-leão- é a mais recente aposta da crítica europeia. E não só porque o blues rock de Tommy Smith (vocais/guitarras/ex-Mad Dog), Matt Johnson (baixo/ex-Mad Dog) e Mike Lloyd (bateria) conseguiu chamar a atenção da Rocket Music de Sir Elton John, que passaria a gerenciá-los, por ocasião do lançamento de seu EP homônimo de 2012, mas, principalmente, pela altíssima octanagem de cada apresentação. E foi em uma destas apresentações incendiárias que impressionaram um alto executivo da recém-criada Yamaha Recs., tornando-se o primeiro contrato da casa.
E com todas as fichas depositadas no caldeirão sonoro em que a mente hiperativa de Smith se situa, um mix em que cabem de John Lee Hooker e Jack White a Led Zeppelin e Pearl Jam, lançam o fantástico 'By The Reins' naquele mesmo ano. O barulho alcançado com este debut garantiu ótimos momentos à banda, incluindo participações no Kiss Cruise, no Camden e inúmeros festivais europeus e, até mesmo, algumas datas no continente norte-americano. 
Desde então, mantém a chama acesa junto aos seus admiradores apenas com o lisérgico EP 'Majick Potion', de 2015. Mas já surgem rumores de um novo álbum para ainda este ano. Enquanto isto não se materializa, divirtam-se com o que se tem para o momento...