terça-feira, 29 de julho de 2008

YEEEEEEAAAAAHHHHHH!!!

EU VOU!




MAS EU VOLTO!!!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

MASTERS OF REALITY


Line-up de 'Sunrise On The Sufferbus': Baker, Googe & Goss(sentado).


Muitos me questionam o porque de, não sendo um entusiasta do heavy metal, gostar tanto de stoner rock. Sinceramente, acho que a única explicação plausível seja o fato de este derivar do hard rock e, por isso, conter alguns -poucos, é verdade- elementos de blues, enquanto o heavy -principalmente, o denominado NWOBHM- ser extremamente branco, duro. Ao contrário, o heavy praticado nos 70 continha muito da música negra e não era, propriamente, um movimento mas apenas mais um gênero utilizado por várias bandas hard do período. Mesmo soando uma "promiscuidade", é consenso afirmar que o heavy teve diversos pais, sendo os mais notáveis Led Zeppelin e Black Sabbath. Com relação a esta última, podemos ainda defini-la como a banda heavy por excelência daquela década e responsável direta por tudo que se criou no gênero a partir de então. E Black Sabbath é, também, a principal fonte de inspiração do stoner rock, já que, em sua grande maioria, seus temas são carregados de slow-tempo, guitarras pesadíssimas muitas vezes afinadas um tom abaixo e com o baixão no talo. Talvez possa ir um pouco mais longe e afirmar que o stoner rock -a exemplo do grunge- seja derivado do heavy mais garage praticado nos 70 turbinado com uma boa dose de negritude.
Mas, afinal, como surgiu esse tal de stoner rock?
Tentando ser breve: era uma vez um bando de malucos de Palm Desert, CA, que, profundamente entediados naquele mundãodemeudeus, resolvem montar umas bandas e fazer apresentações regadas a muita brenfa, cerveja e mulheres em cidades fantasmas e desprovidas de energia elétrica. Para viabilizar estes eventos, rebocavam deserto adentro potentes geradores movidos a gasolina e por isso receberam, em um primeiro momento, a alcunha de generator rock. Posteriormente, ampliou-se a denominação para desert rock -este o preferido- e, mais à frente, com a proliferação do gênero por outras paragens, cunhou-se o termo stoner rock -algo como rock de chapados. O principal expoente do gênero chamava-se Kyuss e, em breve, postarei sua discog por aqui.
A Masters Of Reality é uma das bandas pioneiras deste cenário, apesar de novaiorquina e apresentar uma diversidade maior de influências, que incluem de Beatles ao folk. A bem da verdade, não sei se cabe aqui a utilização do termo 'banda' -projeto talvez seja mais adequado- já que o grandalhão Chris Goss (vocais/guitarras/teclados/composição/produção) É o Masters Of Reality e em torno de sua figura orbitam todos os demais músicos.
Parida em 1981 pelas mãos de Goss e com seu nome extraído do título do clássico álbum do Black Sabbath (olha o 'papai' aí traveis), a Masters Of Reality lançou seu primeiro trabalho, um auto-entitulado pé na orelha, apenas em 1989. Nesta primeira formação contava ainda com Tim Harrington (guitarra), Googe (baixo) e Vinnie Ludovico (bateria). Este line-up durou apenas este álbum, restando a seu líder colocar seus já reconhecidos dotes de produtor a serviço de outras bandas e, assim, tornou-se responsável pela produção de, entre outros, duas obras seminais do gênero -'Blues For The Red Sun' e 'Welcome To Sky Valley', da Kyuss- enquanto reformulava a proposta sonora de sua banda. Durante este período, tornou-se querido por muita gente e conseguiu -além de manter Googe- arrebanhar um gênio das baquetas para gravar 'Sunrise On The Sufferbus'(1993): Ginger Baker! E Baker fez toda a diferença com seu imenso arsenal de grooves tribais. Aliando peso e composições ganchudas a melodias de fácil assimilação e um uso maior de ambiência acústica, Chris Goss & Cia. realizaram um trabalho memorável, digno dos 2 anos despendidos em sua produção. Esta formação durou apenas mais um ano e muitos e concorridíssimos shows.
Após este trabalho, a Masters Of Reality reune-se, com as mais diversas formações, para apresentações esporádicas e lança em 97 o ao vivo 'How High The Moon: Live At The Viper Room', contando com a participação de Scott Weiland nos vocais em 'Jindalee Jindalie'. Um novo álbum de estúdio só veio a público em 99, 'Welcome To The Western Lodge' e, desta vez, Big Goss optou por abrir mão de uma banda e, apenas com John Leamy, amigo de longa data e ilustrador da bela capa do primeiro álbum, na bateria e teclados ocasionais, idealizou um trabalho interessante que poderia ser definido como stoner com fartas doses de Trent Reznor.
Mas e agora, Chris? Pra que lado ir? Fácil! Já que o Kyuss havia acabado e com Josh e Nick meio que em fase de reestruturação de carreira com o Queens Of The Stone Age, porque não somar esforços e ver no que dá? E ainda juntaram-se a eles Mark Lanegan e Troy Van Leeuwenn, dentre muitos outros. Assim, cercado de amigos e de seu fiel escudeiro Leamy, lança 'Deep In The Hole', de 2001, talvez seu trabalho mais bem acabado e equilibrado.
E parece que Goss gostou da experiência pois, imediatamente, a MOR parte para um tour com uma formação digna de um supergrupo: Goss, Josh, Nick e Leamy. E ainda com o reforço de Lanegan na perna londrina. O resultado não podia ser outro: um ao vivo desse encontro, 'Flack 'N' Flight'(2003). Em seguida, capitalizando o sucesso deste álbum, lançam 'Give Us Barabbas', uma compilação de raridades, outtakes e b-sides.
No momento, Goss e Leamy dão os retoques finais, sob absoluto segredo de estado, em um novo álbum cujo lançamento já foi vítima de dois adiamentos -'Pine/Cross Dover'- e que, segundo Big Goss, virá recheado de belas surpresas.
Como só nos resta aguardar, que tal fazê-lo ouvindo um pouco de seu trabalho?
Preferencialmente, com o som no talo e devidamente enfumaçado.


A HORA É AGORA!

Tramita no congresso um projeto de regulamentação de uso da internet que, entrando em vigor, transformará a quase todos os usuários da grande rede em criminosos, notadamente os compartilhadores P2P.
Alertado pelo parceiro Celso Loos, cujo texto reproduzo abaixo, o G&B aliou-se à comunidade blogueira para convocar todos a assinarem a petição on-line que visa barrar e rediscutir o projeto em questão.
Gallera, o assunto é sério e fere profundamente toda a instituição democrática já tão combalida pelos desmandos de um governo que, se já detem a triste pecha de o mais corrupto de toda a história da república, periga tornar-se um dos mais ditatoriais.
Não esperava tamanho absurdo por parte do Senador Eduardo Azeredo mas, como nada é de graça em política, quanto mais se sobe mais se lhe maculam as mãos.
Mas se eles tem lobbistas profissionais para todo tipo de trabalho sujo, nós ainda temos a grande rede para nos organizarmos e lutarmos contra toda forma de desmandos. Seja de onde vier!


Agora, o professor da Universidade Federal da Bahia, André Lemos; o professor da Faculdade Cásper Líbero, Sergio Amadeu da Silveira e o publicitário João Carlos Rebello Caribé organizaram uma petição pelo VETO AO PROJETO em www.petitiononline.com/veto2008

Segundo eles, "o substitutivo do senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço de conexões abertas e exigir que todos os provedores de acesso sejam delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos" (grifo meu)

Peço que a galera perca 5 minutos de seu tempo e leia o texto do link e, se assim entender, assine a petição. Como as coisas estão caminhando, o download nosso de cada dia estará perigosamente ameaçado.

Um grande abraço a todos.

Celso Loos
Brasília-DF.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

MUSE (Repost Aditivado)



NO ESCURINHO II:H.A.A.R.P. LIVE AT WEMBLEY 2007

Não é segredo para ninguém que esta é uma de minhas bandas prediletas na atualidade. E, garanto, não sem razão. Muse é um caldeirão sonoro onde cabe de tudo, do pop ao prog. Mas esta é apenas uma de suas características. O que, realmente, impressiona é a maneira como Matt, Chris e Dominic conseguem imprimir uma unidade musical de altíssimo padrão, criar uma marca indelével para sua sonoridade e ainda se aventurar no terreno perigosíssimo dos megaespetáculos de arena com uma naturalidade ímpar. Mas é claro que este último item só é bem resolvido em sua plenitude -já estão entre os 50 melhores shows de todos os tempos, segundo a Classic Rock Magazine- devido à excelência dos outros dois. A prova disto está nos extras do DVD 'Absolution Tour 2004' quando, durante a turnê americana, saídos de quase 2 horas de um destes megaespetáculos, dão uma vasada rapidinha a um pequeno club de L.A. com um pé direito de pouco mais de 5 metros, invadem o palco, plugam seus instrumentos e...estraçalham! Esse pequeno trecho perdido em um cantinho desse DVD é, na verdade, emblemático do prazer em tocar que emana destes três excelentes músicos.
A esta altura, os(as) parceiros(as) já devem ter percebido que esta não se trata de uma simples repostagem de tudo que um fã de primeira hora dispõe de uma banda. Além dos reposts -um dos primeiros cds que disponibilizei por aqui foi o 'Black Holes & Revelations', ainda em agosto de 2006- estou presenteando-os com mais um DVD da Muse, o recém-lançado 'H.A.A.R.P Live At Wembley 2007'. Com isso, atualizo o material sobre a banda e ainda faço com que aqueles que, porventura, pretendam assistir a algum show da turnê dos caras, aportando por aqui a partir de 30/07, tenham uma belíssima idéia do que os aguarda.
Por falar em H.A.A.R.P., fui tentar descobrir o que diabos significa essa sigla e caí de páraquedas em vários artigos, e até mesmo livros, sobre o assunto. O H.A.A.R.P. (High-Frequency Active Aural Research Program), pelo que pude entender em uma passada de olhos muito superficial, é uma arma -parte do malfadado programa 'Star Wars'- com poderes de destruir e/ou controlar mentes e até mesmo provocar alterações climáticas localizadas. Tal definição esclarece muito da concepção visual -sempre fundamental em seus shows- e da catarse coletiva provocada sobre a platéia por estes malucos. E não custa frisar que a banda conseguiu 2 noites sold-out na Wembley Arena!
Infelizmente, tudo leva a crer, não poderei assistir in loco ao show por absoluta falta de condiçõe$ pois aqui em casa todos somos fãs da banda e me é impossível bancar um evento destes para tantas cabeças.
Façam-se um tremendo favor: baixem tudo e, se tiverem condiçõe$, não percam esse show!
Afinal, a Muse tem admiradores peso-pesados. Entre eles, Mike Portnoy, Alex Lifeson e Dave Grohl.


Parte1 Parte2 Parte3 Parte4 Extras


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Originalmente postado em 09/08/2006



O que esperar de três moleques de Devon, Inglaterra, fãs de Nirvana e Jeff Buckley e, de quebra, com uma insuspeitada veia prog? Pois é...pouca coisa. Acontece que estes três garotos -Matt Bellamy (vocais/guitarras/teclados), Chris Wolstenholme (baixo/efeitos/backings) e Dominic Howard (bateria) cresceram e tornaram-se o fenômeno MUSE. Tudo começou em 1995 quando resolveram formar uma banda- Rocket Baby Dolls. O nome era ridículo, a mudança para Muse foi inevitável e assim foram descobertos por um maluco que lhes forneceu estúdio para registrarem seu trabalho. Em 1998 lançam um EP independente, chamando a atenção da Maverick Rec. de Madonna. Gravam mais um EP e, finalmente, seu primeiro cd, 'Showbiz'(1999), uma pequena jóia que vendeu rápidamente 700.000 cópias (e continua!). O surpreendente é que seu som em nada se assemelha ao padrão pop apto a invadir o mercado furiosamente. Aliás, muito pelo contrário, a sonoridade e as constantes mudanças de andamento em faixas que podem ser consideradas longas demais -muitas vezes ultrapassam os 6 minutos- para o formato radiofônico, em condições normais os teria relegado a um gueto. Entretanto, a partir daí, tudo foi acontecendo em um crescendo impressionante pois com os magníficos 'Origin Of Simmetry'(2001) e 'Absolution'(2004) não só atingiram o reconhecimento do público como consolidaram seu prestígio entre crítica e músicos de todo o mundo.
Só quem já assistiu o DVD 'Absolution Tour 2004' conhece a força desta banda em cima de um palco utilizando-se apenas da arriscada formação de power trio. E os caras se garantem. A bateria segura e multifacetada de Dominic, o baixo suingado, preciso e recheado de efeitos (distorção, principalmente) do excelente Chris e a furiosamente ensurdecedora e
a um só tempo terna guitarra MANSON customizada de Matt - magistral também nos teclados- não nos deixam desgrudar um segundo sequer da tela. E a voz e interpretação dramática de Matt são um capítulo à parte: um mix de Jeff Buckley e Thom Yorke seria a melhor definição. Vale muuuuuiiiito a pena experimentar. Afinal, hoje, na minha opinião, com The Mars Volta, são o que existe de mais interessante no mundo da música.
Aproveitem que este cd tá fresquinho pois foi lançado há menos de 1 mês lá fora. Aqui...hummf, nem cheiro. Se houver demanda, postarei os outros 3 cds da banda- nenhum deles lançado por aqui. E, porque sou bacana às pampa, uma compilação com 21 faixas bônus.


Black Holes & Revelations


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Originalmente postado em 11/08/2006


A titulo de curiosidade para os guitarristas de plantão aqui no G&B, estas são as fotos de um dos vários modelos de guitarra MANSON utilizadas por Matt Bellamy. Estes estranhíssimos e belos instrumentos foram customizados pelo próprio Hugh Manson seguindo fielmente todas as orientações deste instigante guitarrista na incessante busca de um som único. E não é que o cara conseguiu?! Elas possuem vários efeitos integrados, entre eles pitch, pitch-shifter, whammy, arm-up & down, bem como pastilhas de interface MIDI (exatamente acima dos captadores). Aliás, observem os captadores. Além de vintage, sua disposição é absolutamente incomum. O som desse bagulho é muuuiiiito doido.


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Originalmente postado em 14/09/2006

Bem, amigos do G&B, taí o que vocês pediram !!!
É tudo que tenho desta que é uma das favoritas da casa.
No caso do DVD 'Absolution Tour 2004', disponibilizei, também, o link do Bitcomet pois este programa permite que, nos casos de arquivos muito longos - como o é aqui (4,36GB), o download seja interrompido e continue do mesmo ponto quando e se o usuário assim o desejar. Vale a pena dispender um pouco de paciência para baixá-lo pois o show é PHODA!!!
Divirtam-se !



terça-feira, 8 de julho de 2008

EXTRA! EXTRA! NOVIDADES NO MUNDO DA MÚSICA E DO CINEMA

Finalmente anunciada a data de lançamento da sequência do megasucesso GLS Country 'Brokeback Mountain'. Devido à morte por falecimento de Heath Ledger, o cowboy gay loirinho deste filme fashion cult do babado, foi convidado para substituí-lo nesta sequência um ator de peso: Miguelito Starbutt. Dizem as más linguas que Jake Gyllenhall, a princípio, recusara-se a trabalhar com Miguelito Starbutt por entender que seria ofuscado pelo tamanho de seu carisma e talento. Mas foi sutilmente persuadido do contrário durante uma conversa(!?) em seu luxuoso camarim com o veterano ator de peso nos sets de filmagem. Sairam muito sorridentes do encontro, não documentado por nenhum dos paparazzi presentes, e declararam estar apenas firmando 'laços de cumplicidade' para um melhor desempenho nas telas. Mesmo assim, Jake deixou muito claro que cobraria a Barbie Cangaceira prometida por Miguelito Starbutt. A sequência já tem nome: 'Brokeback Miguel: Dando a Maior Força Por Trás'. Seu lançamento está previsto para a Parada do Orgulho Gay de 2009, se não chover giletes. Afff....
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Confirmadíssimo: Keith Richards resolveu, mesmo, abandonar os The Rolling Stones em meio aos preparativos da próxima turnê da banda. Para o seu lugar -após mais de 1 milhão de testes, onde guitarristas do porte de Steve Morse, Al Di Meola, Jimmy Page e Jeff Beck foram preteridos e Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Joe Satriani nem mesmo foram ouvidos- foi escolhido o renomadamente desconhecido Edson d'Elayes. Antes seguindo uma carreira errática que o deixava extremamente insatisfeito, Edson d'Elayes -abaixo, foto de arquivo quando ainda pertencia aos Bee Chees- está todo pimpão pois, segundo suas próprias palavras, 'finalmente, vou poder mostrar todo meu potencial já que farei parte de uma banda onde todos toca menos que mim'(sic!). Afff...

Maddy Lee Chibb, César Chibb e Edson Chibb: os Bee Chees.
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A Primeira-Dama do G&B, empolgada com a carreira internacional de seu amado esposo, resolveu lançar-se como cantora-atriz-modelo-stripper e, em breve, debutará seu novo álbum inédito de estréia. Guardem o nome deste enorme talento: Criskira Shanna. Não insistam: o telefone da beldade eu não dou nem troco! Alguém falou em venda? Afff...
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E a família G&B não cabe em si (nem no de mais ninguém!) de tanta felicidade. Mesmo com o afastamento de Arnold Schwarzenegger, um verdadeiro mestre na arte de representar uma porta fechada, visto ter decidido tornar-se bandido...ooops...político, a Fox Lady Pictures Cinema International Worldwide decidiu dar continuidade à franquia 'Terminator'. Após 3 meses de testes exaustivos, o prodígio Rodrigo Headbangernegger, único primogênito da família G&B, foi o escolhido para o papel do Exterminador em sua infância/adolescência. O filme, já chamado 'Terminator 3D', cobrirá toda a fase inicial do personagem desde quando ainda uma simples e fofíssima lata de óleo 2 tempos reciclada. Como seu agente, o orgulhoso papai Edson já negociou a participação do talentoso rebento nas sequências 'Terminator 4D' e 'Terminator 5D', este último em fase de desenvolvimento de tecnologia capaz de reproduzir um filme holograficamente. Afff...
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Profundamente abalados com a saída do gênio musical Edson d'Elayes -além de único hetero do grupo- dos Bee Chees, o trio perdeu o sentido -já que com dois não se forma um trio, dãããã!!!- e foi desfeito, obrigando a que seus ex-integrantes procurassem novas alternativas de trabalho.
O mais afetado deles, Maddy Lee Chibb logo conseguiu um emprego como líder baitola boiola gay do grupo boqueteiro Bibbage Pipo. Não ficou uma graça? Afff...
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Stop The Press!!!! No fechamento desta edição, chegou-me a notícia de que o último integrante dos Bee Chees decidiu lançar-se em carreira solo sob a alcunha de Old Caesar. Muito boa sorte ao meu ex-parceiro de banda, um enorme e subestimado talento. Garanto que ninguém imita Rogéria como ele. Afff...


Até a próxima edição.
Afff...

quarta-feira, 2 de julho de 2008

ALLAN HOLDSWORTH with I.O.U.-METAL FATIGUE(1985)



É, ando mais guitarreiro que nunca. Talvez devido ao fato de ter adquirido novos equipamentos e estar aproveitando cada minuto de sossego -que são pouquíssimos- para praticar com mais afinco. Ou acabar com o sossego dos vizinhos, se preferirem.
Sendo assim, nada mais justo que conciliar a fome com a vontade de comer e continuar servindo aos parceiros do G&B o melhor deste instrumento. E é exatamente neste instante que Allan Holdsworth veio em meu auxílio. Esse sessentão com cabelinho estilo 'vem cá, meu puto' aí da foto é simplesmente um dos maiores expoentes do jazzrock na história do instrumento e mais conhecido como 'homem-aranha'. Porque? Basta prestar atenção à sua mão esquerda nessa foto. Não, não é pose! Allan Holdsworth não se preocupa apenas em esgarçar o instrumento através de solos velocíssimos. Para ele, tão ou mais importante é a busca por timbres inusitados e texturas harmônicas nunca dantes navegadas. Isto sempre foi uma constante em sua vida mesmo quando, ainda recém-entrado na maioridade, disputava com Jimmy Page o posto de guitarrista britânico mais requisitado em sessões de gravação. A disputa era tão acirrada que o escocês Donovan, na dúvida, decretou o empate e utilizou os dois na gravação de seu álbum 'The Hurdy Gurdy Man', de 68. É bem verdade que a obsessão por fazer a diferença o levou a exageros como o uso de tecnologia midi, tornando-se o principal endorser da guitarra(?) Synthaxe. Fujam desses trabalhos!
Mas são pecadilhos de quem possui uma mente inquieta e está constantemente tentando aprimorar-se. A verdade é que o cara, além de ser uma lenda, tocou com os maiores, como prova esta reduzidíssima lista: Tempest, Gong, Jean-Luc Ponty, Soft Machine, UK (com Brufford, Jobson e Wetton), Lifetime, Stanley Clarke, Gary Willis, Riptyde, e vários et céteras.
Aqui, neste discaço, Holdsworth é secundado por Paul Williams, Jimmy Johnson, Gary Willis, Chad Wackerman, Alan Pasqua e Gary Husband.
Quando, ainda em início de carreira, Eddie Van Halen foi indagado sobre quem seria a maior influência no seu estilo, adivinhem o que ele respondeu? Pois é, se nada que escrevi nos parágrafos anteriores os motivaram, acho que agora apresentei motivo suficiente para que baixem esse petardo e deliciem-se com músicas como 'Metal Fatigue' e 'Home'.