

Pois é, gallera, mais um da séria série 'G&B Remasters'.
Essa excelente, pelo menos nestes três primeiros trabalhos, banda americana de prog me foi apresentada pelo parceiraço Nino, CEO do Cordas, Bandas & Metais, e me pegou de jeito. Formada no início dos '70 por John Palumbo (vocais/teclados/guitarra), Rick Witkowski (guitarras/percussão), Jim Griffiths (guitarras/vocais), Joe Macre (baixo/vocais) e Joe D'Amico (bateria/vocais), a Crack The Sky, já em seu disco de estréia arrancou fartos elogios da crítica. Utilizando-se, contrariando a maioria das bandas do gênero, de fortes naipes de metais, além de uma orquestração de excelente gosto, harmonizações vocais elaboradas e muito bem dosadas alterações de tempos, consegue, apesar dessa aparentemente complexa conjunção de elementos, fazer uma música absolutamente...assobiável! É, pode parecer estranho, mas fizeram uma obra de facílima assimilação.
No entanto, apesar da alta rotatividade nas rádios prog americanas e européias, a pequena Lifesong Rec. não conseguia atender a demanda devido a problemas de distribuição mas, mesmo assim, este seu primeiro álbum chegou a um honroso 160º lugar na Billboard, uma boa marca para um trabalho de prog.
Seu álbum seguinte, 'Animal Notes' -a princípio concebido como uma rock opera em homenagem à Real Polícia Montada do Canadá, esdrúxula idéia logo abortada- seguiu o mesmo caminho de reconhecimento de crítica e público, conduzindo-os a tours com Supertramp, Rush, ELO, Yes, Frank Zappa, Kansas, Edgar Winter e muitos etcéteras.Essa excelente, pelo menos nestes três primeiros trabalhos, banda americana de prog me foi apresentada pelo parceiraço Nino, CEO do Cordas, Bandas & Metais, e me pegou de jeito. Formada no início dos '70 por John Palumbo (vocais/teclados/guitarra), Rick Witkowski (guitarras/percussão), Jim Griffiths (guitarras/vocais), Joe Macre (baixo/vocais) e Joe D'Amico (bateria/vocais), a Crack The Sky, já em seu disco de estréia arrancou fartos elogios da crítica. Utilizando-se, contrariando a maioria das bandas do gênero, de fortes naipes de metais, além de uma orquestração de excelente gosto, harmonizações vocais elaboradas e muito bem dosadas alterações de tempos, consegue, apesar dessa aparentemente complexa conjunção de elementos, fazer uma música absolutamente...assobiável! É, pode parecer estranho, mas fizeram uma obra de facílima assimilação.
No entanto, apesar da alta rotatividade nas rádios prog americanas e européias, a pequena Lifesong Rec. não conseguia atender a demanda devido a problemas de distribuição mas, mesmo assim, este seu primeiro álbum chegou a um honroso 160º lugar na Billboard, uma boa marca para um trabalho de prog.
Infelizmente, as já conhecidas 'divergências musicais' levam Palumbo a abandonar o barco em meio às gravações de seu terceiro trabalho, 'Safety In Numbers', e para completar o line-up são convocados Gary Lee Chappell para os vocais e Vince Paul para as teclas. Talvez pelo fato de grande parte do material ter sido escrito e registrado ainda sob a influência e/ou através da pena de Palumbo, desde o início o compositor e principal elemento, este trabalho consegue não somente manter o excelente nível de seus predecessores como tornar-se o mais bem sucedido comercialmente. Com esta formação ainda lançariam o álbum 'Live Sky', antes da revoada.
Já na década de '80, John Palumbo remonta a banda com diversas formações diferentes e grava trabalhos cada vez menos inspirados e diretamente influenciados pela mediocridade reinante no período. Ao menos esta é a conclusão a que cheguei ao baixar mais uns 3 ou 4 trabalhos das décadas de 80/90 que pesquei pela rede e já devidamente devolvidos ao mar.
Acredito que os progheads de plantão já conheçam a fundo os trabalhos dessa banda mas, confesso, estes eu classificaria como uma daquelas verdadeiras jóias perdidas pois nem sequer suspeitava de sua existência. Faziam -mantenho o tempo do verbo, mesmo estando eles ainda em atividade- um prog do jeito que gosto, vigoroso e dinâmico, sem muitas 'viagens'. Diria até que precursor do que posteriormente convencionou-se chamar de neo prog. No entanto, como os links existentes -cheguei a baixar 3 para cada álbum e todos eram idênticos- são de sofríveis rips de vinis, resolvi botar a mão na massa e transformá-los, no mínimo, em algo 'audível'. Uma vez mais, acho que o resultado saiu melhor que a encomenda e, sinto dizer, quem já baixou esses discos por aí, vai sentir-se compelido a fazê-lo novamente.
Já na década de '80, John Palumbo remonta a banda com diversas formações diferentes e grava trabalhos cada vez menos inspirados e diretamente influenciados pela mediocridade reinante no período. Ao menos esta é a conclusão a que cheguei ao baixar mais uns 3 ou 4 trabalhos das décadas de 80/90 que pesquei pela rede e já devidamente devolvidos ao mar.
Acredito que os progheads de plantão já conheçam a fundo os trabalhos dessa banda mas, confesso, estes eu classificaria como uma daquelas verdadeiras jóias perdidas pois nem sequer suspeitava de sua existência. Faziam -mantenho o tempo do verbo, mesmo estando eles ainda em atividade- um prog do jeito que gosto, vigoroso e dinâmico, sem muitas 'viagens'. Diria até que precursor do que posteriormente convencionou-se chamar de neo prog. No entanto, como os links existentes -cheguei a baixar 3 para cada álbum e todos eram idênticos- são de sofríveis rips de vinis, resolvi botar a mão na massa e transformá-los, no mínimo, em algo 'audível'. Uma vez mais, acho que o resultado saiu melhor que a encomenda e, sinto dizer, quem já baixou esses discos por aí, vai sentir-se compelido a fazê-lo novamente.
Crack The Sky(75)
Animal Notes(76)
Safety In Numbers(78)...................................
WANTED...ALIVE!!!!
