Maximum Quantity Noise. Foi partindo destas 3 palavrinhas mágicas que a MQN foi formada ainda nos idos de 97 em Goiânia, hoje conhecida por 'Seattle brasileira' apesar de sua quase secular ligação com a música sertaneja, por 4 irrequietos amigos -Fabrício Nobre (vocais), CJ (guitarras), Jorge (baixo) e Miranda (bateria/vocais)- dispostos a fazer a diferença na música independente fora do eixo e ainda expandi-la a nível nacional, quiçá mundial. Muito disto deve-se ao ativismo de Nobre no setor, seja como sócio da Monstro Discos à época, uma das mais importantes do segmento indie tupiniquim, como produtor cultural e idealizador de 2 dos maiores festivais festivais do país -Goiânia Noise e Bananada- ou agenciando os maiores nomes da cena do centro-oeste, sua mais recente empreitada.
Desde seu início acostumada a arrastar um fiel séquito por onde passasse, graças ao empreendedorismo de seu líder e alguns singles auto-produzidos, faltava-lhes ainda a oportunidade da gravação de um trabalho capaz de levá-los ao tão almejado reconhecimento mundial, visto que seu primeiro tour pelos EUA, em 2001, mostrou-se extremamente proveitoso e de onde retornaram com seu primeiro álbum -'Hellburst', produzido por Man Or Astroman e lançado no ano seguinte- na bagagem. Recheado de hinos cafajestes do quilate de 'Stoned', 'Caribbean Beach', 'Burn Baby Burn', 'Car & Drugs' e 'Devil Woman', foi o bastante para elevá-los a um patamar apenas atingido por pouquíssimas bandas brazucas. Muitos shows pelos festivais indie aqui e acolá e mais uma turnê pelo circuito norte-americano de festivais dividindo o palco com nomes como Mudhoney, Deep Purple, Nebula, Buzzcocks e Sepultura, entre tantos outros, era chegada a hora de mais um novo álbum. E assim nasceu em 2004, 'Badass Rock And Roll', um petardo perfeito em tudo, a começar pelo título. Com 9 inéditas de chutar o traseiro de muita banda stoner gringa e um cover arrasador para 'Got This Thing On The Move', 'Badass Rock And Roll' não deixa pedra sobre pedra. Títulos como 'Come Into This Place Called Hell', 'My Baby Sold Your Heart To The Devil', 'Hot 'N' Nasty', 'Cold Queen' e 'Let It Rock' são a deixa para shows sempre incendiários e cada vez mais dedicados à putaria, porradas e a ressacas memoráveis.
E chegamos a 2006, ano do manifesto 'Fuck CD', uma elegia à morte do formato e consistindo do lançamento de 5 singles/EPs com intervalos previstos de 3 meses em 2 formatos de mídia, vinil de 7' e free downloads, ambos adquiridos através do site da banda. Posteriormente, seriam reunidos em um único pacote denominado 'Fuck CD Sessions', e disponibilizados da mesma forma.
Infelizmente, não tenho notícias dos novos rumos da banda, já que seu site está fora do ar já há algum tempo, bem como seu maispeixe, completamente desatualizado. Mas seja qual for o seu destino, a MQN já escreveu uma bela e sacana história no nosso roquenrou.
Desde seu início acostumada a arrastar um fiel séquito por onde passasse, graças ao empreendedorismo de seu líder e alguns singles auto-produzidos, faltava-lhes ainda a oportunidade da gravação de um trabalho capaz de levá-los ao tão almejado reconhecimento mundial, visto que seu primeiro tour pelos EUA, em 2001, mostrou-se extremamente proveitoso e de onde retornaram com seu primeiro álbum -'Hellburst', produzido por Man Or Astroman e lançado no ano seguinte- na bagagem. Recheado de hinos cafajestes do quilate de 'Stoned', 'Caribbean Beach', 'Burn Baby Burn', 'Car & Drugs' e 'Devil Woman', foi o bastante para elevá-los a um patamar apenas atingido por pouquíssimas bandas brazucas. Muitos shows pelos festivais indie aqui e acolá e mais uma turnê pelo circuito norte-americano de festivais dividindo o palco com nomes como Mudhoney, Deep Purple, Nebula, Buzzcocks e Sepultura, entre tantos outros, era chegada a hora de mais um novo álbum. E assim nasceu em 2004, 'Badass Rock And Roll', um petardo perfeito em tudo, a começar pelo título. Com 9 inéditas de chutar o traseiro de muita banda stoner gringa e um cover arrasador para 'Got This Thing On The Move', 'Badass Rock And Roll' não deixa pedra sobre pedra. Títulos como 'Come Into This Place Called Hell', 'My Baby Sold Your Heart To The Devil', 'Hot 'N' Nasty', 'Cold Queen' e 'Let It Rock' são a deixa para shows sempre incendiários e cada vez mais dedicados à putaria, porradas e a ressacas memoráveis.
E chegamos a 2006, ano do manifesto 'Fuck CD', uma elegia à morte do formato e consistindo do lançamento de 5 singles/EPs com intervalos previstos de 3 meses em 2 formatos de mídia, vinil de 7' e free downloads, ambos adquiridos através do site da banda. Posteriormente, seriam reunidos em um único pacote denominado 'Fuck CD Sessions', e disponibilizados da mesma forma.
Infelizmente, não tenho notícias dos novos rumos da banda, já que seu site está fora do ar já há algum tempo, bem como seu maispeixe, completamente desatualizado. Mas seja qual for o seu destino, a MQN já escreveu uma bela e sacana história no nosso roquenrou.




