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segunda-feira, 15 de junho de 2015

MUSE-DRONES (2015)

E saiu o tão aguardado - e protegido pelo Google, que bania cada tentativa de vazamento pré-lançamento - sétimo álbum de estúdio de Matt Bellamy, Chris Wolstenhome e Dom Howard, também conhecidos por Muse. E a expectativa para 'Drones' - trabalho conceitual denunciando a desumanidade dos combates na atualidade, de acordo com seus integrantes - eram enormes, seja pelos exageros e megalomania de seus 2 últimos álbuns, recheados de eletrônica e grandiloquentes e muitas vezes inadequados arranjos orquestrais, focos de muita insatisfação com o os rumos da banda por parte de seus admiradores, ou pelo compromisso assumido de retorno às suas origens mais garageiras.
Acredito que o compromisso da banda foi cumprido, ao menos em grande parte. De fato as guitarras voltaram tomar a frente das ações e orquestras e quartetos de cordas ficaram de fora dos arranjos; no entanto, apesar de excelentes momentos, poucos destes se tornarão memoráveis. Apesar de uma faixa de abertura, 'Dead Inside', francamente norteada por uma Queen fase 'Hot Space' (outros momentos inspirados por este que é considerado o maior mico da banda de Mercury, May, Deacon & Taylor serão ainda ouvidos), o álbum desce redondo, tendo 'Psycho' (tudo para tornar-se o hit do álbum), 'Reapers', 'The Handler' e 'The Globalist' como destaques, mas ainda muito aquém do que todos os que acompanhamos a banda (quase que) desde seus primórdios sabemos ser possível. Mas o caminho é este, mesmo que ainda faltando um tanto de inspiração. E transpiração. A mesma transpiração que anda ausente também de seus últimos shows, recheados de bases pré-gravadas e uma estética onanista e egocêntrica de gosto duvidosíssimo.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

MUSE-THE 2nd LAW (2012)

STOP THE PRESS!!!
Enfim, o tão aguardado 6º trabalho de estúdio da Muse, uma das bandas prediletaças da casa. E chegou mantendo os mesmos padrões apresentados por 'The Resistance' 3 anos atrás: influências flagrantes de Queen, Bowie, eletrônico, funk, prog sinfônico, Jeff Buckley, erudito, etcétera e tal. A novidade fica por conta de uma antes insuspeita veia zeppeliniana, manifestada já na abertura com 'Supremacy'.
Em resumo, é a boa e velha Muse de sempre mas sem as surpresas pururucando em cada bit e às quais seus admiradores já estão (mal?) acostumados. Ok, é pouco para 3 anos de hiato mas é bom saber que o emblemático baixista Chris Wolstenholme não só está muito bem após o processo de rehab a que se submeteu como também contribuiu com 2 faixas,  'Save Me' e 'Liquid State' -esta última, uma das melhores, pecando apenas pelo fato de ser tão curta pois havia espaço para um maior desenvolvimento das ideias através de arranjos-, e Dominic Howard continua estraçalhando nas baquetas, confirmando ser um dos melhores em seu instrumento na atualidade. Minhas reservas vão para Matt Bellamy, a mente criativa do trio, que pareceu-me um tanto disperso, seja devido ao comedimento no uso de suas guitarras sempre impregnadas de referências as mais diversas, principalmente da surf music, ou mesmo de um melhor acuro autoral. Mas, tudo bem, é perfeitamente perdoável. Afinal, durante este período, conheceu a deliciosa Kate Hudson (aaaaafffff!!!), casou-se e ainda fez-lhe um filho. Como encontrar tempo e disposição entre fraldas e beijos?


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sábado, 2 de agosto de 2008

YEEEEEEAAAAAHHHHHH!!!



EU FUI!!!













Da séria série...
Não basta ser pai, tem que pagar mico customizando camisetas com os nomes das bandas prediletas de seu filho.







Inesquecível! Não encontro melhor palavra para descrever o dia 30.07.2008. E por, pelo menos, dois excelentes motivos: o show de uma das bandas que mais admiro atualmente e o prazer de estar proporcionando a quem mais amo -com a providencial ajuda de um 'VÓtrocínio'- sua estréia em grande estilo nos espetáculos de rock de grande porte.
Devo confessar que estava apreensivo com o show. Seja por achar que encontraria uma fauna de 'patrícias & maurícios' que nem sequer tinham idéia do trabalho da banda; por temer um Vivo Rio quase às moscas por tratar-se de uma banda, apesar de já com quase 15 anos de estrada, apenas recentemente introduzida ao mainstream pelas mãos de 'Supermassive Black Hole'; pela péssima fama da acústica do local; e o comportamento da banda fora de uma arena -seu habitat natural.
Meus dois primeiros temores logo se dissiparam quando, já na monstruosa fila de entrada, verifiquei que todos conheciam tanto quanto eu -provavelmente, até mais- do trabalho desenvolvido pelo trio. Chegou a formar-se um fórum sobre qual seria a música de abertura: 'Knights Of Cydonia' (meu voto) ou 'Hysteria' (essa a aposta de meu hedbanger-já não tão mirim).
Em pouco mais de 40 minutos, finalmente chegamos ao foyer e, após uma visita básica ao banheiro para o escoamento de duas latas de suco de cevada, nos dirigimos para a pista -neste instante ainda confortável- mas, para desespero de todos os presentes, irrompe pela boca de cena de dimensões apenas razoáveis, o responsável por esquentar o público para a atração principal: Jay Vaquer, o filho pouco talentoso de Jane Duboc e Gay Vaquer -de respeitáveis contribuições à música brasileira em seus currículos- e emo profissional. Após quase 40 minutos de uma platéia com os dedos médios enrijecidos, Jay & sua apenas competente banda são, deselegantemente, expulsos do palco pela produção que acendeu todas as luzes da casa e desligou o som no meio da -assim me pareceu- última música de seu sofrível set. Estamos combinados que não existem paralelos no panorama mundial para a música absolutamente pessoal e intransferível da Muse mas...Jay Vaquer? E, dessa vez, um de meus receios se confirmou parcialmente: o som, devido à acústica problemática, não era dos melhores. Mas, ao menos, bem superior ao da Fundição Progresso.
À esta altura, com a pista ainda confortavelmente lotada, somos, suavemente, empurrados para a frente até chegarmos à grade de divisão com a pista VIP (vulgarmente conhecida por 'gargarejo'). É lógico que tentei apelar -em vão- para a sensibilidade de um dos seguranças para que nos deixasse atravessar para este espaço, visivelmente mais seguro e confortável. Temendo pela integridade física de meu filho, visto nem ter começado o show principal e já estar começando a ficar desconfortável devido à grade, decidi -mesmo sob protestos do fedelho- dirigir-nos mais para a lateral direita e por ali ficamos.
Neste instante, macaco velho que sou, comecei a notar movimentações frenéticas no palco -bem simples, com todos os equipamentos à mostra e apenas um telão ao fundo- e uma parte da equipe técnica, já com tudo montado, extremamente preocupada com os canhões de de efeito pirotécnico, resultando em um atraso de 40 minutos.
Problemas solucionados, exatamente às 22:40, minha previsão se concretizou: após um breve trecho da apoteótica 'Dance Of The Knights' de Prokofiev sob nuvens de fumaça, soam os primeiros acordes da galopante e morriconeana 'Knights Of Cydonia'. E, pela primeira vez em 37 anos de muitos shows e a exemplo do que ocorre em todas as suas apresentações, assisti a uma multidão cantando em perfeito uníssono todo um riff de guitarra! Definitivamente, estava em casa...
Com 'Hysteria' em seguida, o público já estava completamente tomado. A catarse a que já havia assistido em seus dvds, e que pensava quase impossível acontecer por aqui, se confirmava e nenhum dos presentes parecia sentir falta da opulência de seus shows em arenas. Cada letra era cantada na íntegra. Cada riff, repetido por milhares de air guitars. O virtuosismo de cada músico exaltado por urros e comentários entusiasmados entre os intervalos das músicas.
E chegamos ao único hit em terras brazucas, 'Supermassive Black Hole', e a casa, como esperado, quase vem abaixo. Seguem-se mais duas das prediletas dos fãs, 'Butterflies & Hurricanes' e 'Sunburn' -adornada com alguma pirotecnia-, preparando para a jazzy standard 'Feeling Good' que, por sua vez, entrega de bandeja a delicada 'Invincible', cantada pela platéia com a suave reverência usualmente devotada a um hino. Impossível não se emocionar.
E aí, meus amigos, chegamos a mais um dos tours de force de quaisquer de suas apresentações: 'New Born'. Tudo bem que o piano branco de armário utilizado por Matt deixa muito a desejar em termos de timbre se comparado ao Kawai normalmente presente nos espetáculos top, mas isso somente interessa a chatos como eu pois a canção surtiu o mesmo efeito hipnótico de sempre na platéia.
E a partir daí seguiu-se uma fileira de pancadas -'Starlight', 'Time Is Running Out' (com uma interessante introdução bossa nova) e 'Plug In Baby'- como que já anunciando o último sopro daquela noite memorável. E 'Plug In Baby' confirmou-se como a última do set list ao receber o reforço de uma penca de imensas bolas de gás circulando ludicamente pela platéia. Mas a todos parecia óbvio que haveria bis. A questão era: 'Quantos?'.
Em menos de 3 minutos esta pergunta começou a ser respondida quando Dominic irrompe o palco com uma cartola verde-amarela e uma bandeira brasileira às costas, intima Matt e Chris e -como no terceiro bis do histórico show em Wembley- estraçalham em 'Stockholme Syndrome' e 'Take A Bow'. E só!
Só? É lógico que cada um de nós sentimos falta de algumas músicas -no meu caso, 'Bliss', 'Apocalypse Please', 'Blackout' e 'Muscle Museum', pelo menos- mas como lamentar 16 temas em 100 minutos de um show impecável? E que respondeu plenamente a um dos meus temores expostos acima: os caras mandam muito bem em qualquer palco e estão prontos para qualquer platéia. Ao ponto de tirarem de letra as já citadas deficiências acústicas da sala.
Mas o maior espetáculo da noite foi o semblante extasiado de um menino que pela primeira vez assistiu a um show de uma de suas bandas prediletas. Isto, sim, fez valer cada centavo investido nos ingressos. E, de quebra, ainda me senti com menos 25 anos pesando sobre meus pés. Muito embora tenham retornado em dobro no dia seguinte travestidos em dores por toda a carcaça.
Mas o que importa é estar com a alma lavada.



"It's a new dawn, It's a new day, It's a new life
For me
And I'm feeling good"

'Feelin' Good'

(Anthony Newley/Leslie Bricusse)

terça-feira, 29 de julho de 2008

YEEEEEEAAAAAHHHHHH!!!

EU VOU!




MAS EU VOLTO!!!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

MUSE (Repost Aditivado)



NO ESCURINHO II:H.A.A.R.P. LIVE AT WEMBLEY 2007

Não é segredo para ninguém que esta é uma de minhas bandas prediletas na atualidade. E, garanto, não sem razão. Muse é um caldeirão sonoro onde cabe de tudo, do pop ao prog. Mas esta é apenas uma de suas características. O que, realmente, impressiona é a maneira como Matt, Chris e Dominic conseguem imprimir uma unidade musical de altíssimo padrão, criar uma marca indelével para sua sonoridade e ainda se aventurar no terreno perigosíssimo dos megaespetáculos de arena com uma naturalidade ímpar. Mas é claro que este último item só é bem resolvido em sua plenitude -já estão entre os 50 melhores shows de todos os tempos, segundo a Classic Rock Magazine- devido à excelência dos outros dois. A prova disto está nos extras do DVD 'Absolution Tour 2004' quando, durante a turnê americana, saídos de quase 2 horas de um destes megaespetáculos, dão uma vasada rapidinha a um pequeno club de L.A. com um pé direito de pouco mais de 5 metros, invadem o palco, plugam seus instrumentos e...estraçalham! Esse pequeno trecho perdido em um cantinho desse DVD é, na verdade, emblemático do prazer em tocar que emana destes três excelentes músicos.
A esta altura, os(as) parceiros(as) já devem ter percebido que esta não se trata de uma simples repostagem de tudo que um fã de primeira hora dispõe de uma banda. Além dos reposts -um dos primeiros cds que disponibilizei por aqui foi o 'Black Holes & Revelations', ainda em agosto de 2006- estou presenteando-os com mais um DVD da Muse, o recém-lançado 'H.A.A.R.P Live At Wembley 2007'. Com isso, atualizo o material sobre a banda e ainda faço com que aqueles que, porventura, pretendam assistir a algum show da turnê dos caras, aportando por aqui a partir de 30/07, tenham uma belíssima idéia do que os aguarda.
Por falar em H.A.A.R.P., fui tentar descobrir o que diabos significa essa sigla e caí de páraquedas em vários artigos, e até mesmo livros, sobre o assunto. O H.A.A.R.P. (High-Frequency Active Aural Research Program), pelo que pude entender em uma passada de olhos muito superficial, é uma arma -parte do malfadado programa 'Star Wars'- com poderes de destruir e/ou controlar mentes e até mesmo provocar alterações climáticas localizadas. Tal definição esclarece muito da concepção visual -sempre fundamental em seus shows- e da catarse coletiva provocada sobre a platéia por estes malucos. E não custa frisar que a banda conseguiu 2 noites sold-out na Wembley Arena!
Infelizmente, tudo leva a crer, não poderei assistir in loco ao show por absoluta falta de condiçõe$ pois aqui em casa todos somos fãs da banda e me é impossível bancar um evento destes para tantas cabeças.
Façam-se um tremendo favor: baixem tudo e, se tiverem condiçõe$, não percam esse show!
Afinal, a Muse tem admiradores peso-pesados. Entre eles, Mike Portnoy, Alex Lifeson e Dave Grohl.


Parte1 Parte2 Parte3 Parte4 Extras


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Originalmente postado em 09/08/2006



O que esperar de três moleques de Devon, Inglaterra, fãs de Nirvana e Jeff Buckley e, de quebra, com uma insuspeitada veia prog? Pois é...pouca coisa. Acontece que estes três garotos -Matt Bellamy (vocais/guitarras/teclados), Chris Wolstenholme (baixo/efeitos/backings) e Dominic Howard (bateria) cresceram e tornaram-se o fenômeno MUSE. Tudo começou em 1995 quando resolveram formar uma banda- Rocket Baby Dolls. O nome era ridículo, a mudança para Muse foi inevitável e assim foram descobertos por um maluco que lhes forneceu estúdio para registrarem seu trabalho. Em 1998 lançam um EP independente, chamando a atenção da Maverick Rec. de Madonna. Gravam mais um EP e, finalmente, seu primeiro cd, 'Showbiz'(1999), uma pequena jóia que vendeu rápidamente 700.000 cópias (e continua!). O surpreendente é que seu som em nada se assemelha ao padrão pop apto a invadir o mercado furiosamente. Aliás, muito pelo contrário, a sonoridade e as constantes mudanças de andamento em faixas que podem ser consideradas longas demais -muitas vezes ultrapassam os 6 minutos- para o formato radiofônico, em condições normais os teria relegado a um gueto. Entretanto, a partir daí, tudo foi acontecendo em um crescendo impressionante pois com os magníficos 'Origin Of Simmetry'(2001) e 'Absolution'(2004) não só atingiram o reconhecimento do público como consolidaram seu prestígio entre crítica e músicos de todo o mundo.
Só quem já assistiu o DVD 'Absolution Tour 2004' conhece a força desta banda em cima de um palco utilizando-se apenas da arriscada formação de power trio. E os caras se garantem. A bateria segura e multifacetada de Dominic, o baixo suingado, preciso e recheado de efeitos (distorção, principalmente) do excelente Chris e a furiosamente ensurdecedora e
a um só tempo terna guitarra MANSON customizada de Matt - magistral também nos teclados- não nos deixam desgrudar um segundo sequer da tela. E a voz e interpretação dramática de Matt são um capítulo à parte: um mix de Jeff Buckley e Thom Yorke seria a melhor definição. Vale muuuuuiiiito a pena experimentar. Afinal, hoje, na minha opinião, com The Mars Volta, são o que existe de mais interessante no mundo da música.
Aproveitem que este cd tá fresquinho pois foi lançado há menos de 1 mês lá fora. Aqui...hummf, nem cheiro. Se houver demanda, postarei os outros 3 cds da banda- nenhum deles lançado por aqui. E, porque sou bacana às pampa, uma compilação com 21 faixas bônus.


Black Holes & Revelations


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Originalmente postado em 11/08/2006


A titulo de curiosidade para os guitarristas de plantão aqui no G&B, estas são as fotos de um dos vários modelos de guitarra MANSON utilizadas por Matt Bellamy. Estes estranhíssimos e belos instrumentos foram customizados pelo próprio Hugh Manson seguindo fielmente todas as orientações deste instigante guitarrista na incessante busca de um som único. E não é que o cara conseguiu?! Elas possuem vários efeitos integrados, entre eles pitch, pitch-shifter, whammy, arm-up & down, bem como pastilhas de interface MIDI (exatamente acima dos captadores). Aliás, observem os captadores. Além de vintage, sua disposição é absolutamente incomum. O som desse bagulho é muuuiiiito doido.


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Originalmente postado em 14/09/2006

Bem, amigos do G&B, taí o que vocês pediram !!!
É tudo que tenho desta que é uma das favoritas da casa.
No caso do DVD 'Absolution Tour 2004', disponibilizei, também, o link do Bitcomet pois este programa permite que, nos casos de arquivos muito longos - como o é aqui (4,36GB), o download seja interrompido e continue do mesmo ponto quando e se o usuário assim o desejar. Vale a pena dispender um pouco de paciência para baixá-lo pois o show é PHODA!!!
Divirtam-se !



quinta-feira, 14 de setembro de 2006

MUSE II


Pronto, amigos do G&B, taí o que vocês pediram !!!
É tudo que tenho desta que é uma das favoritas da casa.
No caso do DVD "ABSOLUTION TOUR/LIVE AT GLASTONBURY 2004", estou disponibilizando, também, o link do BITCOMET pois este programa permite que, nos casos de arquivos muito longos - como é o caso aqui (4,36GB), o download seja interrompido e continue do mesmo ponto quando e se o usuário quiser. Vale a pena dispender um pouco de tempo para baixá-lo pois o show é PHODAX!!!
Divirtam-se !

SHOWBIZ
ORIGINOFSYMMETRY
ABSOLUTION
BSIDES&RARITIES
CAPASCD
ABSOLUTIONTOUR2004DVD
BITCOMET

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

MUSE-BLACK HOLES & REVELATIONS(2006)


O que esperar de três moleques de Devon,Inglatera, fãs de Nirvana, Jeff Buckley, Radiohead e com uma insuspeitada veia progressiva? Pois é...pouca coisa. Acontece que estes três garotos -Matt Bellamy (vocais/guitarras/teclados), Chris Wolstenholme (baixo/efeitos/backings) e Dominic Howard (bateria) cresceram e tornaram-se MUSE. Tudo começou em 1995 quando resolveram formar uma banda -a Rocket Baby Dolls. O nome era ridículo e a mudança para Muse foi inevitável vindo a ser descobertos por alguém que lhes forneceu estúdio para gravarem seu trabalho. Em 1998 gravaram um EP independente chamando a atenção da Maverick Rec. de Madonna. Gravaram mais um EP e, finalmente, seu primeiro cd "SHOWBIZ"(1999), uma pequena obra-prima que vendeu rápidamente 700.000 cópias (e continua). O surpreendente é que o som da banda em nada se assemelha ao padrão pop apto a invadir o mercado. Aliás, muito pelo contrário, a sonoridade e as constantes mudanças de andamento em faixas que podem ser consideradas longas demais para o formato radiofônico, em condições normais os teria relegado a um gueto. Entretanto, a partir daí, tudo foi acontecendo em um crescendo impressionante pois com "ORIGIN OF SIMMETRY"(2001) e "ABSOLUTION"(2004) não só conseguiram o reconhecimento do público como consolidaram seu prestígio entre a crítica e os músicos. Sim, entre os músicos- ingleses, principalmente- são considerados virtuoses. Só quem já assistiu o DVD "ABSOLUTION TOUR LIVE IN GLASTONBURY-2004" sabe a força desta banda , que pouco utiliza músicos extras em seus shows. A bateria multifacetada de Dominic, o baixo suingado, preciso e cheio de efeitos(distorção principalmente) do excelente Chris e a guitarra MANSON customizada com efeitos integrados e pastilha MIDI de Matt - magistral também nos teclados- não lhe deixam desgrudar um segundo sequer da tela. E a voz de Matt é um caso à parte: um misto de Jeff Buckley e Thom Yorke. Vale a pena experimentar. Hoje, junto com The Mars Volta, o Muse é o que existe de mais interessante no mundo da música.
Aproveitem que este cd tá fresquinho pois foi lançado há menos de 1 mês lá fora. Aqui, nem cheiro. Se houver demanda, postarei os outros 4 cds da banda- nenhum deles lançado por aqui.
Abraços,
Edson d'Aquino