E esta birosca brenfoetílicomusical segue com o firme propósito de atualizar as discografias de algumas de suas preferências...até porque, sem querer ser arrogante mas já sendo, se não for através do meu, do seu, do nosso G&B, muito provavelmente, não será por nenhum outro lugar. Afinal, vivemos tempos estranhos, em que poucos se prestam a ouvir um álbum completo. Como se uma obra de arte pudesse ser apreciada e compreendida sorvendo apenas um pedaço...como se, da 'Monalisa', pudéssemos analisar apenas seu icônico sorriso, abrindo mão do significado do pouso de suas mãos, a textura do tecido de suas vestes, a ambientação, etc.
Mas deixemos de viagem...é o mundo em constante modificação. Só não me venham chamar esta banalização intelectual de 'progresso'.
Chegou a vez de trazer o mais recente trabalho de uma de minhas cantoras/compositoras prediletas, um talento ainda a ser descoberto pela indústria, muito embora nem sempre costumem se interessar por talentos de verdade. E assim chegou a hora de trazer o álbum 'The Bartholomew Songs' (não me perguntem o porquê deste título, pois nada consegui de concreto), registrado em diversas sessões, iniciadas ainda no período imediatamente anterior à pandemia, com os singles 'If I Die' e 'Shadows', seguidos de 'Images', já em 2020. Um tremendo e angustiado trabalho, com destaques, além das já citadas, para 'Wasted', 'A Woman's Intuition', 'Storyteller' e a saltitante e solar 'Be Somebody', em que divide os microfones com David Shaw, um de seus mais constantes parceiros.
Se você ainda não conhece esta talentosíssima gata, deixe-se ser surpreendido...e se gostou, tem mais dela aqui.


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